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terça-feira, 21 de março de 2017

Falta de deputado vai custar R$ 800 e será descontada, avisa Themístocles Filho

A partir de terça-feira (21), deputado que faltar terá desconto no salário, como todo trabalhador
Plenário vazio vai ser coisa do passado a partir desta terça-feira (21) na Assembleia Legislativa do Piauí. O presidente da Casa, deputado Themístocles Filho (PMDB), avisou que todas as faltas apartir de agora serão descontadas dos salários dos parlamentares que deixarem de comparecer às sessões - e não justificarem as ausências - principalmente às terças e quintas-feiras, que são deliberativas.

Segundo Themístocles Filho uma das obrigações do deputado é comparecer às sessões, às reuniões das comissões técnicas, de segunda a quinta-feira. Os deputados têm a sexta-feira, o sábado e o domingo para visitas às bases, aos municípios onde são votados.

“A obrigação do deputado é estar todos os dias na Assembleia Legislativa. O que não pode é o deputado, estando em Teresina, não comparecer às sessões. E a partir de amanhã, cada falta terá um desconto de R$ 800” avisou Themístocles Filho.

Fonte:Alepi

sábado, 18 de março de 2017

Janot quer investigação contra cinco governadores, diz TV

Além de cinco ministros do governo Michel Temer e parlamentares importantes da Câmara e do Senado, como os presidentes das Casas, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Eunício Oliveira (PMDB-CE), o procurador-geral da República Rodrigo Janot entregou ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedidos de abertura de inquérito contra pelo menos cinco governadores e mais um ministro de Temer a partir das 77 delações premiadas dos executivos do Grupo Odebrecht. Os depoimentos dos delatores e a lista enviada por Janot seguem em sigilo no STF.

Segundo o Jornal Nacional veiculou na noite desta quarta-feira, Luiz Fernando Pezão (PMDB), do Rio de Janeiro, Fernando Pimentel (PT), de Minas Gerais, Beto Richa (PSDB), do Paraná, Tião Viana (PT), do Acre, e Renan Filho (PMDB), de Alagoas, estão na “lista de Janot”.

O ministro da Indústria e Comércio, Marcos Pereira (PRB), também está entre os políticos contra quem o procurador-geral pretende abrir inquérito, de acordo com a reportagem.

O jornal divulgou os nomes de mais nove parlamentares que Janot que investigar: os senadores Marta Suplicy (PMDB-SP), Lindbergh Farias (PT-RJ), Jorge Viana (PT-AC) e Lídice da Mata (PSB-BA); e os deputados federais Marco Maia (PT-RS), Andrés Sanchez (PT-SP), Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), José Carlos Aleluia (DEM-BA) e Paes Landim (PTB-PI). 



De acordo com o Jornal Nacional, Rodrigo Janot entregou ao STF nomes de mais sete políticos sem foro privilegiado e que, por isso, terão os casos analisados por instâncias inferiores na Justiça: o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB), preso em Bangu 8 desde novembro, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso em Curitiba desde outubro, o prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira (PSDB), o prefeito de Araraquara, Edinho Silva (PT), o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf (PMDB), e o ex-assessor da ex-presidente Dilma Rousseff Anderson Dornelles.

Os nomes são citados nas 320 peças encaminhadas por Rodrigo Janot ao STF na última terça-feira. Dessas, 83 são pedidos de abertura de inquérito, 211 declínios de competência, 7 arquivamentos e 19 outras providências, que podem ser mandados de prisão, busca e apreensão, colheita de novos depoimentos, quebra de sigilo, bloqueio de bens, entre outras diligências.

O relator da Operação Lava Jato no Supremo, ministro Edson Fachin, deve decidir nos próximos dias se instaura ou não as investigações. Devido a procedimentos burocráticos, as petições devem demorar pelo menos três dias para chegar às mãos de Fachin.

Veja abaixo os 38 nomes já conhecidos da “lista de Janot” entregue ao STF:

Governadores:

Luiz Fernando Pezão (PMDB), do Rio de Janeiro;

Fernando Pimentel (PT), de Minas Gerais;

Beto Richa (PSDB), do Paraná;

Tião Viana (PT), do Acre;

Renan Filho (PMDB), de Alagoas.



Ministros do governo Temer:

Eliseu Padilha (PMDB), da Casa Civil;

Moreira Franco (PMDB), da Secretaria-Geral da Presidência;

Gilberto Kassab (PSD), das Comunicações;

Bruno Araújo (PSDB), das Cidades;

Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), das Relações Exteriores;

Marcos Pereira (PRB), da Indústria e Comércio.



Senadores:

Eunício Oliveira (PMDB-CE), presidente do Senado;

Romero Jucá (PMDB-RR);

Renan Calheiros (PMDB-AL);

Edison Lobão (PMDB-MA);

Marta Suplicy (PMDB-SP);

Aécio Neves (PSDB-MG);

José Serra (PSDB-SP);

Lindbergh Farias (PT-RJ);

Jorge Viana (PT-AC);

Lídice da Mata (PSB-BA).



Deputados federais:

Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara;

Marco Maia (PT-RS);

Andrés Sanchez (PT-SP);

Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA);

José Carlos Aleluia (DEM-BA);

Paes Landim (PTB-PI).



Políticos sem foro privilegiado:

Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ex-presidente;

Dilma Rousseff (PT), ex-presidente;

Antonio Palocci (PT), ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil;

Guido Mantega (PT), ex-ministro da Fazenda;

Geddel Vieira Lima (PMDB), ex-ministro da Secretaria de Governo;

Sérgio Cabral (PMDB), ex-governador do Rio de Janeiro;

Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ex-deputado federal;

Duarte Nogueira (PSDB), prefeito de Ribeirão Preto (SP);

Edinho Silva (PT), prefeito de Araraquara (SP);

Paulo Skaf (PMDB), presidente da Fiesp;

Anderson Dornelles, ex-assessor de Dilma Rousseff.



Fonte: Veja 

Polícia Federal diz que propina da Carne Fraca abastecia PMDB e PP

O delegado federal Maurício Moscardi Grillo afirmou nesta sexta-feira, 17, que parte do dinheiro arrecadado pelo esquema de corrupção envolvendo fiscais e maiores frigoríficos do País, descoberto pela Operação Carne Fraca, abastecia o PMDB e o PP.

"Dentro da investigação ficava bem claro que uma parte do dinheiro da propina era, sim, revertido para partido político. Caracteristicamente, já foi falado ao longo da investigação dois partidos que ficavam claros: o PP e o PMDB", afirmou.

Executivos do frigorífico JBS e da empresa BRF Brasil foram presos. O esquema seria liderado por fiscais agropecuários federais e empresários do agronegócio. Segundo a PF, a operação detectou em quase dois anos de investigação que as Superintendências Regionais do Ministério da Pesca e Agricultura do Estado do Paraná, Minas Gerais e Goiás "atuavam diretamente para proteger grupos empresariais em detrimento do interesse público".

"Os agentes públicos, utilizando-se do poder fiscalizatório do cargo, mediante pagamento de propina, atuavam para facilitar a produção de alimentos adulterados, emitindo certificados sanitários sem qualquer fiscalização efetiva", diz PF.

Defesas

A JBS divulgou nota sobre o assunto: "Em relação a operação realizada pela Polícia Federal na manhã de hoje, a JBS esclarece que não há nenhuma medida judicial contra os seus executivos. A empresa informa ainda que sua sede não foi alvo dessa operação", diz o texto.

"A ação deflagrada hoje em diversas empresas localizadas em várias regiões do país, ocorreu também em três unidades produtivas da Companhia, sendo duas delas no Paraná e uma em Goiás. A JBS e suas subsidiárias atuam em absoluto cumprimento de todas as normas regulatórias em relação à produção e a comercialização de alimentos no país e no exterior e apoia as ações que visam punir o descumprimento de tais normas".

"A JBS no Brasil e no mundo adota rigorosos padrões de qualidade, com sistemas, processos e controles que garantem a segurança alimentar e a qualidade de seus produtos (...) e se mantém à disposição das autoridades com o melhor interesse em contribuir com o esclarecimento dos fatos.

O espaço está aberto para manifestações dos partidos citados pelo delegado Maurício Moscardi Grillo. Com informações do Estação Conteúdo.

Fonte: Noticias ao Minuto

sexta-feira, 17 de março de 2017

Lava Jato completa três anos de investigações com 260 acusados criminalmente

Nesta sexta-feira (17), a maior operação de combate à corrupção e à lavagem de dinheiro do país completa três anos. Tudo começou com quatro investigações da Polícia Federal: Dolce Vita, Bidone, Casablanca e Lava Jato. As três primeiras são nomes de filmes clássicos, escolhidos de acordo com o perfil de cada doleiro investigado. A última fazia referência a uma lavanderia e a um posto de combustíveis em Brasília, que eram usados pelas organizações criminosas. Desde então, já se foram 38 fases da Operação Lava Jato. Nesse período, os investigadores apuraram fatos relacionados a empreiteiras, doleiros, funcionários da Petrobras e políticos.

De acordo com dados do Ministério Público Federal no Paraná atualizados em fevereiro, foram 57 acusações criminais contra 260 pessoas, sendo que em 25 já houve sentença por crimes como lavagem de dinheiro, corrupção, organização criminosa e tráfico transnacional de drogas. Até agora, a Lava Jato conseguiu recuperar R$ 10 bilhões aos cofres públicos, entre valores que já foram devolvidos ou estão em processo de recuperação.

Para o procurador da República Diogo Castor, que faz parte da força-tarefa, a operação começou a mudar a ideia de que crimes do colarinho branco ficam impunes. “A Lava Jato democratizou a Justiça Criminal, demonstrou como deve ser uma Justiça Criminal eficiente, uma coisa que o brasileiro não está acostumado. O povo está acostumado ao setor público ineficiente em todas as esferas, desde o Judiciário, Legislativo, Ministério Público. A Lava Jato é a única coisa que deu certo no sistema de Justiça Criminal no Brasil”, avalia.

Prisões em Curitiba 

Nesse período, importantes políticos e empresários foram condenados pelos crimes apurados na operação. No Complexo Médico Penal de Pinhais (CMP), na região metropolitana de Curitiba, estão presos nove réus da Lava Jato, entre eles o ex-ministro José Dirceu, o deputado cassado Eduardo Cunha, o ex-senador Gim Argello, o ex-diretor da área Internacional da Petrobras, Jorge Zelada, e o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto.

O diretor do Departamento Penitenciário do Paraná, Luiz Alberto Cartaxo, garante que não há nenhuma regalia para esses presos. Ele explica que o CMP foi criado como uma unidade de saúde para abrigar presos com problemas mentais, mas hoje reúne também servidores públicos e policiais condenados por diversos crimes, além dos internos da Lava Jato. O local abriga cerca de 670 presos que ficam em celas de 12 metros quadrados.
Cartaxo diz que há apenas algumas diferenças no CMP em relação às outras unidades prisionais. O uniforme, por exemplo, é formado por calça cinza e camiseta branca - nas outras unidades a roupa é alaranjada. No complexo, os internos têm acesso à água quente, mas as visitas íntimas são proibidas, já que se trata de uma unidade de saúde.

“A rotina deles é o seguinte: às 6h, alvorada e café-da-manhã. São dois pães, café com leite ou só café. Após isso, eles saem das celas, têm banho e banho de sol. Às 11h30 é o almoço, quando é servida uma alimentação composta por carboidrato e proteína, que varia entre 850 e 900 gramas, que envolve uma carne, arroz e feijão ou macarrão, verduras e legumes”, diz.

O diretor também diz que cada preso, inclusive os da Lava Jato, tem direito a uma sacola com peças íntimas e produtos de higiene pessoal. “Não há nenhuma diferenciação. Uma vez por semana, todos os presos do Sistema Penitenciário do Paraná podem receber uma sacola que envolve comidas não- perecíveis, produtos de higiene pessoal e algumas roupas íntimas, que o sistema não fornece. Mas é evidente que existe uma diferença entre a sacola do então preso, que já saiu da lá, Marcelo Odebrecht, para a sacola do 'João Antônio das Neves', que é um ladrão de varal”, compara.

Além do CMP, também há presos da Lava Jato na carceragem da Polícia Federal em Curitiba e até em outras cidades, como o Rio de Janeiro. Na carceragem estão, por exemplo, o empresário Marcelo Odebrecht, o ex-ministro Antônio Palocci, o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque e o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro.

Perfil diferente

Alguns presos da Lava Jato estão remindo a pena por meio do trabalho ou da leitura. José Dirceu, por exemplo, trabalha na distribuição de livros. A cada três dias exercendo a função, reduz a sentença em um dia. Outros fazem a remissão a partir da leitura: a cada exemplar lido – que é escolhido pelo professor de acordo com o perfil do preso – o detento faz uma resenha e uma apresentação oral e, se aprovado, consegue diminuir a pena em quatro dias.

O juiz Eduardo Lino, da Vara de Execuções Penais do Paraná, explica que recebe com frequência atestados de trabalho ou leitura de presos da Lava Jato para reduzir a pena. E diz que o perfil dos detentos de crimes do colarinho branco destoa do restante da população carcerária.

“É uma coisa nova esse perfil de sentenciados. Geralmente o espectro econômico é muito ruim, são pessoas pobres. E agora tem essa situação nova com pessoas de melhor condição econômica, mas estão condenadas e têm que se submeter a penas privativas de liberdade. E estão encontrando uma forma de que isso possa ser feito sem riscos para ninguém. Que eles possam cumprir essa pena, com dignidade como todos devem e, passado esse período, ganharão a liberdade e que parem de praticar novas atividades criminosas de todo o tipo.”

Fonte: Agência Brasil 

quinta-feira, 16 de março de 2017

Coordenador da Lava Jato prevê 350 novas investigações na operação

O procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, um dos coordenadores da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, afirma que até 350 novos inquéritos serão gerados a partir do conjunto de 77 delações premiadas de executivos da empreiteira Odebrecht. As informações são do site da revista Veja e da agência Reuters.

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Na última terça-feira (14), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de 83 novas investigações com base nos depoimentos, ainda sob sigilo. Janot solicitou, ainda, que outros 211 casos em potencial sejam enviados a instâncias inferiores.

Lima afirma que as delações atingem grandes nomes do Executivo e do Legislativo, além de governadores de estados. “Eu diria que, entre os casos que vão ao Supremo e os que ficam aqui em Curitiba, eu calcularia que em torno de até 350 novas investigações vão começar”, calcula ele.

As investigações também devem chegar a países que, no momento, não investigam os esquemas de corrupção da Odebrecht. “Agora vai ficar sem nenhuma dúvida o grau de extensão da corrupção no sistema político brasileiro em todos os níveis, isso vai ser colocado à vista de todos”, afirmou Lima.

Fonte: Noticias ao Minuto

quarta-feira, 15 de março de 2017

Pesquisa revela nomes fortes dos teresinenses para o Senado. VEJA LISTA dos mais citados


A pesquisa do Instituto Datamax de Opinião Pública revela uma disputa acirradas pelas duas cadeiras no Senado Federal, hoje ocupadas por Ciro Nogueira (PP) e Regina Sousa (PT), que não se reelegeriam, se a eleição fosse hoje. Ciro e Regina aparecem apenas em terceiro e quarto lugares na preferência do eleitorado de Teresina. A pesquisa foi realizada em fevereiro e ouviu 700 eleitores de Teresina com 16 anos ou mais.

Os nomes dois nomes mais lembrados pelos entrevistados foram do ex-governador Wilson Martins, do PSB, com 33,71% das respostas, e Robert Rios, do PDT, que aparece logo atrás com 33,14% das intenções.

Ciro Nogueira, do PP, obteve 31,43% das intenções e Regina Sousa, do PT, 28,43%. São citados ainda o ex-senador João Vicente Claudino, sem parido, com 16,43% e o deputado federal Júlio Cesar, do PSD, quase empatado com 16,14% das respostas dos entrevistados.


Fonte: Paulo Pincel

terça-feira, 14 de março de 2017

Traição anunciada

Osmar Junior 

Políticos de Floriano anunciam com muita antecedência que Osmar Junior, que vai mais uma vez disputar uma vaga de deputado federal, "será traído em Floriano".

Ninguém diz

Fiz de tudo para dois políticos de Floriano me dizerem quem serão "os traidores de Osmar Junior" em Floriano, mas eles não revelaram os nomes". Só na época da eleição".

Espionagem

Universitária residente em Teresina cuja família é politica numa grande cidade do começo da zona sul do Estado, fotografou o prefeito da cidade "no escurinho" de uma churrascaria na estrada de Altos ao lado da jovem, esbelta e bonita secretária. A fotografia está ruim, mas quem conhece identifica.

Fonte:Feitosacosta

domingo, 12 de março de 2017

Lula traça roteiro de viagens pelo Brasil, de olho em 2018


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva avalia que a Lava Jato causará impacto em "todos os partidos" e diz agora que o que chama de "exageros" da operação, somados ao desemprego e à crise econômica, tendem a produzir um movimento "queremista" por sua volta ao poder.

Pela primeira vez desde que virou réu na Lava Jato, Lula começou a chamar aliados para detalhar seus planos e admitir a intenção de disputar o Palácio do Planalto, tendo o comando do PT como ponto de apoio para ganhar mais visibilidade.

"Para vocês posso dizer: eu serei candidato à Presidência da República", afirmou ele à deputada Luciana Santos (PE), que comanda o PCdoB, e também a Orlando Silva (SP). A conversa ocorreu na segunda-feira passada, em São Paulo.

Lula já encomendou ao ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa, a Luiz Gonzaga Belluzzo e a professores da USP, como Laura Carvalho, propostas para a confecção de um programa econômico, como antecipou o Estado. O mote de sua plataforma será o estímulo ao consumo "com responsabilidade fiscal".

Mesmo o tradicional aliado PCdoB, porém, já faz previsões para se descolar do PT, lançando o governador do Maranhão, Flávio Dino, à sucessão do presidente Michel Temer.

Os petistas não têm Plano B para o caso de Lula ser impedido de disputar a Presidência, se for condenado na Justiça em segunda instância e virar ficha-suja. Hoje, ele é alvo de cinco ações penais - três na Lava Jato -, mas, mesmo assim, lidera as pesquisas de intenção de voto.

À beira de um racha, o PT tem alas que veem com simpatia o aval a Ciro Gomes (PDT), caso Lula não possa concorrer. A adesão a Ciro, porém, ocorreria somente em último caso. O grupo que defende essa alternativa quer uma "operação casada", na qual o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad seria candidato a vice. A hipótese nem de longe tem a maioria do partido.

Roteiro de viagem

Desde que aceitou presidir o PT e ser candidato ao Palácio do Planalto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva traçou um roteiro de viagens pelo País. A previsão é de que no dia 19, por exemplo, ele visite obras do projeto de transposição das águas do Rio São Francisco.

A primeira parada deverá ser na Paraíba. O PT se queixa de que o presidente Michel Temer tenta agora tirar dividendos políticos de uma obra que começou no governo Lula e continuou na gestão Dilma Rousseff.

Temer inaugurou, na sexta-feira, o Eixo Leste da transposição, no município de Monteiro (PB). O governador Geraldo Alckmin - um dos presidenciáveis do PSDB - também visitou recentemente um trecho da obra, mas em Pernambuco.

Amanhã, Lula desembarcará em Brasília. Será uma semana de encontros, discursos e um depoimento à Justiça Federal. O petista participará do 12º Congresso de Trabalhadores Rurais e, na terça-feira, prestará depoimento no processo em que é acusado de obstruir as investigações da Lava Jato.

Disputa

As correntes de esquerda que integram o grupo Muda PT tentarão nesta semana demover Lula da ideia de comandar o partido. Seus discípulos dizem, porém, que ele só aceitou presidir a legenda, a partir de junho, para evitar uma disputa fratricida entre os que cobram um "acerto de contas" desde o mensalão e os que pregam um inventário dos erros apenas no papel.

Sob o argumento de que Lula deve se concentrar em sua própria defesa e na campanha ao Palácio do Planalto, o Muda PT defende Lindbergh Farias (RJ) no comando do partido. Nos bastidores, integrantes do grupo afirmam que é um erro o ex-presidente dirigir o PT porque colará todos os problemas dele na sigla, que já enfrenta uma crise sem precedentes.

"A candidatura de Lula à presidência do PT tem dois eixos centrais: impedir que o partido se fracione e fazer a defesa dele", afirmou o prefeito de Araraquara, Edinho Silva, que foi ministro da Comunicação Social no governo Dilma. "Com Lula, a autocrítica e o balanço dos erros se dará de forma construtiva. Sem ele, será destrutiva e o PT passará por um período de muita divisão e enfraquecimento nas eleições de 2018."

Lula também vai procurar líderes regionais do PMDB para discutir a campanha. Estão nessa lista peemedebistas nada próximos a Temer, como o ex-presidente José Sarney e o senador Roberto Requião (PR). "O PT só fará alianças com antigolpistas. Mesmo assim, são as forças de esquerda que devem ter a palavra final sobre o programa e as composições", disse o secretário de Formação do PT, Carlos Árabe.

Fonte: Noticias ao Minuto

sábado, 11 de março de 2017

Deputados têm até a próxima semana para apresentar emendas à PEC da Previdência

Por falta de quórum na sessão de nesta sexta-feira (9), o fim do prazo para apresentar emendas ao texto da reforma da Previdência ficou para a próxima semana. Com isso, a previsão é que o período se encerre na segunda-feira (13), se houver quórum mínimo de 51 deputados para a abertura da sessão plenária da Câmara dos Deputados.

Até o momento já foram apresentadas 57 emendas à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016. Para a apresentação de uma emenda é necessária a assinatura de ao menos 171 deputados apoiando a proposta. A maior parte delas tenta assegurar direitos previstos na legislação atual e que o texto encaminhado pelo governo pretende alterar.

Entre os pontos do texto que os deputados defendem alterações estão a idade mínima de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem e os casos de aposentadorias especiais, como a de professores e pessoas com deficiência. Também são alvo de emendas as regras para o recebimento do Benefício de Prestação Continuada (BPC), a questão do não acúmulo de aposentadorias e a alteração na idade mínima para a concessão da aposentadoria rural.

O texto da PEC 287, encaminhado ao Congresso Nacional pelo governo em dezembro do ano passado, tem recebido críticas de deputados da base aliada e da oposição. Ontem (9), o relator da proposta na comissão especial que analisa a reforma, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), admitiu que o texto deve sofrer alterações. Entretanto, segundo ele, elas não devem alterar a essência da proposta.

Maia disse que, apesar de o Planalto defender a aprovação do texto sem alterações, dificilmente a proposta será aprovada sem modificações. “Tivemos outras reformas constitucionais no governo do presidente FHC [Fernando Henrique Cardoso] e do presidente Lula, e nenhuma dessas reformas passou aqui da forma como chegou. Eu, como deputado, não posso desconsiderar as críticas que são trazidas por colegas, por nossos pares”, afirmou.

Somente depois da apresentação das emendas e da realização de audiências públicas sobre o tema, previstas para terminar no dia 28 de março, é que o relator poderá finalizar o seu parecer. Arthur Maia poderá acatar no todo ou em parte as propostas dos deputados. Na sequência, o relatório será encaminhado para discussão e votação no colegiado. A expectativa é que o texto seja votado na primeira quinzena de abril.

Por Agência Brasil

terça-feira, 7 de março de 2017

PMDB fará festa para marcar chegada ao Governo Wellington Dias

rigentes do PMDB convocam desde a última quinta-feira as lideranças do interior e militantes do partido para "fazer uma grande festa" e mostrar força na chegada mais uma vez, efetivamente, ao poder no Piauí, ontem segunda (06), às 10h30min, com as posses do deputado José Ribamar Nolêto de Santana, Zé Santana, no comando da Secretaria de Ação Social do Estado, e do engenheiro Castro Neto, na direção geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) após celebração de acordo com o governador Wellington Dias.
  • Foto: Marcelo Cardoso/GP1
    Governador Wellington com membros do PMDB
Além de Zé Santana e Castro Neto, até o final deste mês deverão tomar posse o deputado Pablo Santos, na presidência da Fundação de Saúde, que administrará os hospitais do Estado; o advogado Leonardo Sobral, na Coordenadoria de Combate à Pobreza Rural (CCPR), indicado pelo deputado João Mádison Nogueira; e muito provavelmente mais dois integrantes do PMDB, em outras coordenarias que serão criadas.
Festa para Wellington

  • Foto: Marcelo Cardoso/GP1 
    Governador assopra as velhinhas
Marcelo Castro, presidente estadual do PMDB, Themístocles Filho, presidente do Diretório Municipal, João Mádison Nogueira, Zé Santana e outros líderes do PMDB, fizeram questão de participar, ontem pela manhã, na Potycabana da festa de 55 anos de Wellington Dias.

Sabe ser Governo

O PMDB, até por experiência, sabe ser Governo, como mostrou ontem pela manhã, na primeira oportunidade depois da celebração do acordo que o levará efetivamente à administração estadual.

Vitória de Pirro

A expressão "vitória de Pirro" não se refere a uma vitória difícil, mas a uma vitória inútil, potencialmente acarretadora de prejuízos irreparáveis, prejudicial ao vencedor. Pirro era um jovem guerreiro da mitologia grega, filho de Aquiles.

Aconteceu no Piauí

No Piauí, depois de marchas e contramarchas, um líder político muito apegado a um quinhão, obteve uma "vitória de Pirro". O tempo lhe mostrará que cometeu um erro talvez fatal.


Fonte:Feitosacosta

segunda-feira, 6 de março de 2017

Quase todo PMDB vai estar com Wellington Dias em 2018, promete Themístocles Filho

O presidente da Assembleia Legislativa do Piauí, deputado Themístocles Filho, garante que quase todo o PMDB vai estar com o governador Wellington Dias (PT), apoiando a candidatura dele à reeleição em 2018. A afirmação será referendada nesta segunda-feira (6), às 10h30, quando quatro nome do PMDB vão assumir cargos no Executivo.

Apenas duas lideranças do partido não apoiaram a decisão da maioria, de retornar à base, depois do “afastamento”, quando o PMDB decidiu pela candidatura própria do então governador Antonio José de Moraes Souza Filho, o Zé Filho: o vice-presidente do PMDB, João Henrique Sousa, e a deputada estadual Juliana Moraes Souza, primeira-dama à epoca.

"O partido é totalmente democrático e qualquer cidadão pode ser candidato. Isso é natural, acho que o João Henrique (PMDB) está no direito dele... O PMDB vai para a convenção e mais de 80% do PMDB ficará com Wellington Dias".

“A negociação começou há dois anos. Na época da disputa para a presidência na Assembleia, o PMDB não criou nenhum obstáculo para o governador Wellington Dias (PT)... Discutimos ideias propostas, acima do PMDB, do PT ou qualquer partido está o interesse do Estado do Piauí. Assim se comportou o PMDB nos últimos dois anos. Não tivemos nenhuma secretaria no governo, mas sempre olhando para o Estado. O governador convidou o PMDB que se reuniu, analisou e aceitou o convite”.;

Tomam posse hoje, no Palácio de Karnak, os deputados estaduais Zé Santana, na Secretaria Estadual de Assistência Social (SASC), e Pablo Santos (filho do ex-deputado estadual Warton Santos), na Fundação Estatal Piauiense de Serviços Hospitalares (FEPISERH); Castro Neto, filho de Marcelo Castro, na Diretoria Geral do Departamento de Estradas de Rodagem do Piauí (DER-PI); e Leonardo Sobral na Cooordenação do Programa de Combate á Pobreza Rural (PCPR).

sábado, 4 de março de 2017

Castro confirma aliança com o PT e secretários tomam posse



ontem sexta-feira (03), o deputado federal Marcelo Castro esteve no Jornal Agora e confirmou que o PMDB fará parte do governo Wellington Dias, em uma aliança administrativa e política. O parlamentar ainda destacou que a aliança será mantida nas eleições de 2018.

Marcelo Castro afirmou que os nomes indicados pelo PMDB devem tomar posse em solenidade na próxima segunda-feira (06). Os deputados estaduais José Santana e Pablo irão assumir a Secretaria Estadual de Assistência Social (Sasc) e a Fundação Hospitalar, respectivamente. Já o PCPR será gerido por Leonardo Sobral e o Departamento de Estradas e Rodagens ficará a cargo de Castro Neto.

Segundo Marcelo Castro, a participação do PMDB no governo Wellington Dias é fruto de uma decisão conjunta do partido e de muito dialogo com o governador.

“Confirmo, como não poderia não confirmar. A gente vem conversando com o governador Wellington Dias já há algum tempo e ele fez esse convite ao PMDB, depois vieram as eleições municipais, após as eleições nós voltamos a dialogar novamente e a gente vem nessas tratativas, nesses entendimentos, até que finalmente agora nós chegamos denominador comum, em uma decisão conjunta do partido, e segunda-feira está marcada a posse dessas pessoas que irão participar do governo Wellington Dias”, afirmou.

Castro, que é presidente estadual do PMDB, reafirmou que a aliança entre PMDB deve ser estendida à disputa eleitoral de 2018, com o partido indicando um candidato a vice-governador na chapa de Wellington Dias, que seria o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Themistocles Filho.
“Eu entendo que uma vez que o partido tomasse essa decisão de participar do governo Wellington Dias, ficaria muito difícil de o PMDB voltar atrás. Essa é uma decisão da mais alta responsabilidade, visando o futuro do nosso partido e do nosso estado. É um ato sensato, pensado, medido, pesado e contado.Nossa decisão é participar do governo Wellington Dias e participar da campanha para reelege-lo em 2018. Evidentemente, que um partido da dimensão do PMDB, da história e da força política do PMDB, deverá ter uma vaga na chapa majoritária e o nome do deputado Themistocles é um nome que tem sido lembrado por todos como vice-governador, mas esse não é um ponto fechado”, disse Marcelo Castro.

Com os partidos em lados opostos na conjuntura nacional, Marcelo Castro ainda falou sobre a possibilidade de a aliança no Piauí ser vetada pela executiva nacional do PMDB.

“O PMDB nacional pode tudo, agora não tem essa tradição. Nunca fez isso, sempre respeitou as realidades estaduais”, disse.

Fonte: meionorte.com

Deputado diz que mulheres ganham menos porque são 'burras'


Conhecido por suas declarações ofensivas, o deputado polonês Janusz Korwin-Mikke voltou a causar polêmica dentro do Parlamento Europeu. Desta vez, ao tomar voz dentro da casa, Korwin-Mikke insultou as mulheres, chamando-as de "menos inteligentes".

O caso ocorreu durante um debate sobre a diferença salarial entre homens e mulheres. Durante seu discurso, o polonês afirmou que "é justo que as mulheres ganhem menos, porque são mais fracas, menos inteligente e menores que os homens". "Entre os 100 melhores jogadores de xadrez do mundo, não há nem ao menos uma mulher". Para ele, esta é uma prova de uma inteligência inferior, o que também justificaria salários menores.

Korwin-Mikke, que já sofreu duas sanções por discursos racistas, poderá sofrer uma terceira. O deputado já ofendeu imigrantes no Parlamento e os definiu como "lixo humano que não quer trabalhar". Além disso, afirmou que Hitler não tinha conhecimento sobre o Holocausto.

O presidente do Parlamento, o italiano Antoni Tajani, abriu um inquérito interno após alguns deputados europeus denunciarem o político, incluindo o socialista Gianni Penna. As punições, neste caso, podem variar de multas à suspensão.


Fonte: Noticias ao Minuto

quinta-feira, 2 de março de 2017

Pré-candidato para 2018, Lula prepara plano para a economia

Mesmo correndo o risco de ficar inelegível se for condenado em segunda instância, pois é réu em cinco ações, Lula avalia que o PT precisa se contrapor com mais vigor ao governo Michel Temer, lançando uma espécie de “programa nacional de emergência” para o País sair da crise.

O termo foi usado pelo próprio PT em fevereiro do ano passado, quando o partido apresentou à então presidente Dilma Rousseff uma lista com 22 sugestões de mudanças na economia.

Com um discurso em defesa de novas eleições diretas e disposto a antecipar o lançamento de seu nome ao Planalto, Lula tem aparecido em vídeos dizendo que Temer “só sabe cortar”.

O foco de sua plataforma para 2018 vai na linha de que o País não conseguirá reduzir o número de 12,9 milhões de desempregados se não ampliar o crédito para a produção e o consumo.

Entre as propostas que Lula e a cúpula do PT defendem para enfrentar a crise estão a criação de um Fundo de Desenvolvimento e Emprego, reajuste de 20% nos valores do Bolsa Família e aumento real do salário mínimo, além da correção da tabela do Imposto de Renda, com teto de isenção superior ao atual.

Há um ano, o PT pressionou Dilma para que usasse parte das reservas internacionais na formação do Fundo de Desenvolvimento. Ela não concordou.

Foi no governo Dilma que a economia do País teve o seu pior desempenho. O ex-presidente sempre quis, sem sucesso, que ela nomeasse o atual ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que comandou o Banco Central nos dois mandatos de Lula, de 2003 a 2010.

Na lista dos economistas com quem Lula sempre conversa constam Luiz Gonzaga Belluzzo e Nelson Barbosa, ex-ministro da Fazenda e do Planejamento na gestão Dilma.

O petista também ouvia Antonio Palocci, titular da Fazenda de 2003 a 2006 e chefe da Casa Civil em 2011. Palocci está preso desde setembro, acusado de receber propina para favorecer a Odebrecht.

Em consonância com Lula, a bancada do PT no Senado também apresentará até abril um programa emergencial para a economia. “Estamos à beira de uma convulsão social”, disse o senador Lindbergh Farias (PT-RJ).


Fonte: As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Novos secretários de Wellington devem assumir na segunda-feira

O governador Wellington Dias pretende empossar os novos secretários de sua equipe na próxima segunda-feira (06), segundo fonte do próprio Palácio de Karnak, comentando de maneira espirituosa: "a novela chega a seu capítulo final?.
A fase mais crítica foi superada, segundo a mesma fonte, com o entendimento entre os partidos que indicarão os novos nomes. A crise maior foi com o PP, que chegou a escolher um nome para a Secretaria de Saúde do Estado, mas não o emplacou por causa da resistência do deputado Assis Carvalho.

Fonte: GP1

Idade mínima para aposentadoria divide comissão da Previdência

Um levantamento feito pelo jornal Folha de S.Paulo mostra que metade dos 36 integrantes da comissão especial da Câmara que analisa a reforma da Previdência é contra a idade mínima de 65 anos, proposta pelo presidente Michel Temer (PMDB).

A idade mínima é considerada a base do projeto e impede que os trabalhadores se aposentem por tempo de contribuição. Na média, a aposentadoria é concedida aos 54 anos no Brasil, idade considerada baixa em relação a ouros países. 

Segundo o levantamento, os deputados querem mudar pelo menos outros quatro pontos do texto. O governo quer desvincular o benefício do salário mínimo, o que abriria caminho para reduzir seu valor, e aumentar a idade mínima para alcançá-lo, de 65 para 70 anos.

A regra de transição proposta para quem está mais perto da aposentadoria, que beneficiaria mulheres com 45 anos ou mais e homens a partir dos 50, também desagrada à comissão. De acordo com o levantamento, apenas nove deputados dizem apoiar a unificação de regras para homens e mulheres.

Outro ponto criticado pela maioria é a nova fórmula de cálculo das aposentadorias, que obrigaria os trabalhadores a somar 49 anos de contribuição para ter direito ao benefício integral. Pelo menos 25 deputados se mostraram contrários.



Fonte: Veja 

Deputados gastam R$ 10 milhões durante recesso

Os deputados federais gastaram R$ 10 milhões em recursos da cota parlamentar em janeiro, mês em que a Câmara dos Deputados ficou em recesso e não teve sessões. O dinheiro é usado para dar suporte ao trabalho dos congressistas, sendo destinado a propaganda e viagens

Os 513 deputados desembolsaram um total de R$ 2,7 milhões para propaganda; R$ 1,3 milhão em passagens aéreas e R$ 1,1 milhão em combustível para veículos. O valor pode ser ainda maior, já que os parlamentares tem até 90 dias para apresentar notas fiscais que serão reembolsadas pela Casa.

Fonte: Noticias ao Minuto

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Prefeito emprega todos seus familiares na prefeitura de Parnaíba


Segundo uma informação que a prefeitura esta só a nata do Moraes Souza, dize que tem dois filhos do prefeito Mão Santa, mais um sobrinho do prefeito, além disso, os secretários empregaram alguns dos seus familiares. Falaram que ate um vereador tem dois filhos recebendo por portaria dentro da prefeitura sendo um menor de idade. Isso já virou uma esculanbação dentro da prefeitura de Parnaíba.
Pedimos ai que o Ministério Público investigue este caso e que faça a lei valer fazendo o prefeito “Mão Santa” desonerar todos seus familiares e parentes dos seus secretariados.
Segundo informação que Tem gente recebendo como vereador e como secretario pode um negocio desse: é aquele vereador que ate no ano passado criticava a gestão passada, pois é, é ele mesmo. Qualquer hora vou começar rasgar o nome dele aqui. Corre ate um boato que este vereador esta querendo sair candidato a Deputado Estadual, kkkkk o mesmo quase não ganhava para vereador, agora quer ser Deputado. Vou ti conta viu.......... vai enganar outro que os parnaibanos você não iguana mais.
Acreditamos na Justiça que isso ainda possa acontecer fazendo a lei do nepotismo seja aplicada rigorosamente.

Ministério público neles. 

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Ex-presidente Dilma diz que pode disputar eleição para senadora ou deputada

Dilma Rousseff parece mais relaxada do que quando estava na Presidência do Brasil. Brinca, repassa a apertada lista de conferências que a aguardam na Europa e nos Estados Unidos e, pela primeira vez, fala de seu futuro político. Destituída em 2016 pelo Congresso, sob a acusação de maquiar as contas públicas, a ex-presidente passa seus dias em Porto Alegre, onde segue obedientemente sua rotina de exercícios físicos e passeios de bicicleta, e só parece perder a paciência quando é consultada sobre o escândalo de corrupção da Petrobras que atingiu seu governo.

“Eu não serei candidata a presidente da República, se é essa a sua pergunta. Agora, atividade política nunca vou deixar de fazer (…) Eu não afasto a possibilidade de me candidatar para esse tipo de cargo: senadora, deputada, esses cargos”, declarou em entrevista à agência AFP.

Apesar do impeachment, Dilma não perdeu seus direitos políticos para ocupar cargos públicos, e pode, portanto, ser candidata a cargos eletivos. Aos 69 anos, ela disputou apenas dois cargos eletivos em sua vida: a Presidência, que venceu em 2010, e a reeleição de 2014, ambas pelo PT.Questionada sobre como é possível que desconhecesse a monumental rede de subornos que drenou mais de dois bilhões de dólares da Petrobras para financiar campanhas políticas, Dilma abandona o semblante afável que adotou após seu impeachment. “Os processos são extremamente complicados (…) Ninguém no Brasil sabe de todos os processos de corrupção hoje”, afirmou.

Primeira mulher a chegar à chefia de Estado do Brasil, Dilma conserva em sua conta do Twitter a frase “presidenta eleita do Brasil”. Como o país não concede nenhum tipo de pensão aos seus ex-presidentes, Dilma se mantém financeiramente com os 5.300 reais mensais que recebe de aposentadoria por ter sido funcionária do Estado do Rio Grande do Sul e completa sua renda com o aluguel de quatro apartamentos familiares.

Impeachment

Afilhada política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2002-2010), Dilma diz que não costuma ter problemas ao percorrer as ruas do bairro Tristeza, onde vive em Porto Alegre, nem quando viaja ao Rio de Janeiro para visitar sua mãe. Mas, com as lembranças do impeachment ainda frescas na memória do país, afirma não ter garantias, apesar de contar com um guarda-costas. “Nada impede que alguém me agrida”, declara.

Dilma diz repassar “sistematicamente” os documentos do processo que a retirou do poder e que encerrou um ciclo de mais de 13 anos do PT no governo, substituindo-a por seu vice, o conservador Michel Temer (PMDB), a quem acusou de liderar um “golpe parlamentar”. “As pedras de Brasília e as emas da Alvorada sabiam que eles estavam inventando um motivo para me afastar”, afirma, em uma referência ao tempo em que vivia no Palácio da Alvorada, cercado de jardins intermináveis povoados por pássaros. “Foi a chamada justiça do inimigo: não se julga, se destrói”, acrescenta.Lula

Uma pesquisa recente colocou Lula à frente em todos os cenários eleitorais para 2018. Processado em vários casos relacionados ao escândalo na Petrobras, seu futuro é uma incógnita. “Apesar de todo o processo de tentativa de destruição da personalidade, da história e tudo, o Lula continua em primeiro lugar, continua sendo espontaneamente o mais votado”, afirma Dilma, para quem há um “segundo golpe” em amadurecimento: criminalizar Lula para impedir que ele seja candidato.

Dilma diz não guardar rancores pessoais contra aqueles que levaram sua destituição adiante, uma atitude que conserva de seus tempos de militância marxista, quando foi capturada e torturada durante a ditadura militar (1964-1985).

E isso inclui o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), cérebro por trás do impeachment, atualmente na prisão por um caso de corrupção. “Eu não tenho em relação ao Eduardo Cunha nenhum sentimento de vingança ou qualquer coisa que o valha. Eu não tive em relação ao torturador. Não dou luxo para torturador de ter ódio de torturador, nem tampouco para o Eduardo Cunha”, conclui.

Fonte: Veja

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Delação da Odebrecht cita R$ 7 milhões a ministro

O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, negociou um repasse de R$ 7 milhões do caixa 2 da Odebrecht para o PRB na campanha de 2014, segundo depoimento que integra a delação da empreiteira na Lava Jato.

Os recursos, entregues em dinheiro vivo, compraram apoio do partido então presidido por Pereira à campanha de reeleição de Dilma Rousseff, que tinha Michel Temer como vice.

O dinheiro dado ao PRB fazia parte de um pacote maior, que envolvia também o apoio de PROS, PCdoB, PP e PDT à chapa governista. Ao todo, a Odebrecht colocou cerca de R$ 30 milhões na operação. O acordo é descrito, com diferentes pedaços da história, nas delações de Marcelo Odebrecht, ex-presidente e dono da empreiteira, e dos executivos Alexandrino Alencar e Fernando Cunha.

Sexto ministro de Temer na Lava Jato

Sexto ministro de Temer citado na Lava Jato, na época Pereira tratou pessoalmente do assunto com Alexandrino, um dos 77 executivos da Odebrecht que fizeram acordo de delação já homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com as delações, Pereira esteve mais de uma vez na sede da Odebrecht em São Paulo para combinar como e a quem o dinheiro, entregue em parcelas, deveria ser repassado. O ministro rebate as afirmações dos delatores. "Eu desconheço essaoperação. Comigo não foi tratado nada disso", disse. "Delação não é prova (mais informações nesta página)."

Presidente licenciado do PRB, Marcos Pereira é homem forte no partido fundado por integrantes da Igreja Universal do Reino de Deus após o escândalo do mensalão.

Ao Estado, ele contou que ajudava a arrecadar recursos para campanhas do seu partido, que tem 23 deputados, um senador e comanda a prefeitura do Rio, com Marcelo Crivella. A pasta da Indústria, embora tenha perdido poderes com Temer, continua sendo uma das mais relevantes do governo.

Tempo de televisão

O apoio do PRB e dos outros quatro partidos garantiu à chapa Dilma-Temer 2 minutos e 39 segundos a mais na propaganda eleitoral de televisão - totalizando mais de 11 minutos, ante apenas 6 minutos de Aécio Neves, o candidato do PSDB. O PRB recebeu R$ 7 milhões em troca de 20 segundos por dia de campanha. Segundo os relatos dos executivos da Odebrecht, a empreiteira agiu a pedido de Edinho Silva, então tesoureiro da campanha de Dilma e hoje prefeito de Araraquara (SP),realizado num encontro com Marcelo e Alexandrino em São Paulo.

Feito o acerto, de acordo com os depoimentos, Alexandrino ficou encarregado de fazer com que PCdoB, PROS e PRB recebessem R$ 7 milhões cada um do departamento de propinas da Odebrecht. Fernando Cunha mandou R$ 4 milhões para o PDT. O Estado não conseguiu confirmar como foi a negociação com o PP.

Edinho Silva nega o acerto com a Odebrecht. "Não participei de tratativas com os partidos na época das composições. Eu ainda não era coordenador financeiro", afirmou. Procurada, a Odebrecht informou que não iria se manifestar.

Os relatos de que houve compra de apoio partidário para a campanha Dilma-Temer poderão ser analisados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no processo que investiga abuso de poder político e econômico na campanha. O Estado apurou que o relator, ministro Herman Benjamin, decide nesta semana se vai requisitar os depoimentos, que estão na Procuradoria-Geral da República.

Fonte: UOL
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