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Continua a perseguição ao secretário de Esporte Maksuel Brandão

Uma perseguição sem fim contra o atual secretário de Esporte Municipal de Parnaíba, Maksuel Brandão. Quase todo os dias está nascendo uns tal blogs, feik em Parnaíba para fazerem vários noticiários falso até mesmo manchando a honra de pessoas de bem. Já está mais do que da hora da Polícia Federal começa fazer umas investigação contra estes blogs onde tem muita gente escondida por trás destes blogs feik. 

Há uma semana passada um desses blogs publicou em sua coluna que o atual Secretário de Esporte Maksuel Brandão estária tramando uma rasteira em um líder político da Cidade de Parnaíba o qual o secretário vem a anos trabalhando ao lado deste político. 

A nossa reportagem entrou em contato com Secretário Maksuel Brandão, que desmentiu a veracidade desta matéria envolvendo seu nome, tem uns puxa saco dentro da prefeitura que estão querendo me tira do meu cargo de secretário de qualquer jeito mais eles não vão conseguir porque meu compromisso é com Prefeito Mão Santa, e não com meia duas de secretários que não liga de mostra serviço só inventando fofoca, em quanto eles fica me perseguindo eu estou trabalhando na melhoria do esporte de Parnaíba 


Segundo o Secretário que o causador de toda turbulência na prefeitura é um cidadão chamando de Carlos Eduardo secretário de governo que mandar em três blogs na Cidade o qual é acusado de forjando várias notícias “falsas”

Deputados retornam à Câmara para votar contra Temer

Deputados federais Rejane Dias (PT) e Fábio Abreu  (PTB)
O governador do Piauí, Wellington Dias, confirmou o afastamento dos deputados federais Fábio Abreu (PTB) e Rejane Dias (PT) dos cargos de secretário de Estado da Segurança Pública e da Educação, respectivamente, para reassumirem nesta terça-feira (17) o mandato de deputado federal.

Além da proposição de emendas, os dois vão retornar a plenário para votar a favor daadmissibilidade da denúncia da Procuradoria Geral da República contra o presidente Michel Temerpor formação de quadrilha e obstrução de justiça.

Uma mudança na legislação impõe que o parlamentar esteja no exercício do mandato para propor emendas individuais. Antes, os deputados e senadores afastados podiam indicar as emendas semter que reassumir os mandatos.

Fonte: Paulo Pincel 

Prefeito Kim não cumpre obrigações trabalhistas, não paga férias, não paga parcela do 13º e assessores de portaria estão sem receber... Tá o caos nas finanças da prefeitura. A rapadura é doce mas não é mole não !

Faz de conta que esta tudo bem...


Têm chegado várias reclamações de funcionários da prefeitura de Luís Correia, afirmando que o Prefeito não vem cumprindo com o que é direito do servidor:

Tem funcionário que entrou de férias e não recebeu o que lhe é de direito pelas referidas férias, quando vai reclamar sai um assessor administrativo da secretária de finanças cheio do mel dizendo que o funcionário não precisa porque esta de férias;


Tem outros que completaram aniversários e quando vão olhar a conta no banco para saber se foi feito o depósito dos 50% (cinquenta por cento) do 13º (décimo terceiro salário) sai é um caranguejo correndo atrás dos mesmos. A prefeitura deve ter feito convênio com as instituições financeiras.


E para completar tem uma tropa de assessor de portaria que ainda não recebeu o me faz rir do final do mês. 

É BOM VIVER AQUI.

Fonte:blogluiscorreia

Após Valdir Aragão, os ataques dos aliados da PMP miram o secretário de esportes Maksuel Brandão

Para perder cargo na Prefeitura de Parnaíba basta manter boa relação com aqueles que não fazem parte do grupo político de Mão Santa. Os motivos para a saída de secretários não diz respeito a falhas de caráter administrativo, mas de perseguição política. Desde o início do ano, já houve algumas baixas no secretariado. O caso mais recente foi o médico e ex-secretário da saúde Valdir Aragão, que segundo rumores não teria aceitado ilegalidades dentro da pasta que ocupava.
Após o ocorrido, Valdir foi rebaixado para o cargo de secretário imediato do prefeito, uma espécie de assessoria, muito criticada pelo grupo dos Moraes Souza na antiga gestão. A oferta do cargo teria sido um “cala-te boca” diante da gravidade do caso.

Mas, os problemas internos não param por aí. O secretário municipal de esportes, Maksuel Brandão voltou a ser atacado por assessores de quem compõe a base do governo Mão Santa. O secretário que sempre mostrou independência em seus posicionamentos não é nada querido pela filha do prefeito Grancinha Moraes Souza e por um vereador que se diz líder da gestão na Câmara Municipal. O resultado disso são áudios agressivos e montados espalhados nas redes sociais, além de ameaças da perda do cargo que atualmente ocupa.
Além disso, o contato entre Maksuel e o vice-prefeito Marcos Samarone teria incomodado os mãosantistas. O tiro pode sair pela culatra, pois em acordo, Brandão pode assumir uma cadeira no legislativo e virar uma “pedra no sapato” do prefeito.

Por Tacyane Machado

POSSE DO DEPUTADO SILAS FREIRE COMO PRESIDENTE DO PODEMOS NO PIAUI

Em Teresina foi lançada a pré-candidatura a Presidência da Republica em 2018, do Senador Alvaro Dias (PODEMOS) e também foi empossado o Deputado Federal Piauiense Silas Freire como presidente do Partido no Piauí, daqui da cidade de Parnaíba foi uma caravana comandada pelo Secretario de Esporte Maksuel Brandão prestigiar o Evento que foi comandado pela Presidente do PODEMOS Nacional Renata Abreu.
O presidenciável Senador Alvaro Dias juntamente com Maksuel Brandão e o Deputado Silas.
Maksuel com a presidente do PODEMOS nacional Renata Abreu.

Depois do evento Maksuel pegou voo para Parnaíba juntamente com o Senador Álvaro Dias e comitiva.

"O Podemos vai fazer diferente", diz Silas Freire durante evento em Teresina


Fonte:Meio Norte

Presidente do PT no Piauí critica afastamento do senador tucano Aécio Neves

Senador Aécio Neves (PSDB-MG)
De Teresina - O deputado federal Assis Carvalho, presidente do PT no Piauí, criticou na noite desta terça-feira (26.09), decisão de ministro do Supremo Tribunal Federal - STF, de afastar o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, do mandato de senador. Para ele, em obediência à Lei, não cabe ao STF afastar parlamentar do exercício do mandato.

O deputado petista reconhece que o senador tucano Aécio Neves cometeu vários crimes e defende que ele e todos que cometem crimes devem ser punidos, mas em conformidade com a Lei. O STF é a instância máxima do poder Judiciário no Brasil.

"Aécio cometeu vários crimes. Mas, em obediência a Lei, não cabe ao STF afastar ele do Senado. Se rasgam a lei para um senador, como fizeram com Delcidio (do Amaral - senador cassado) e agora com Aécio, o que farão com os negros e pobres da periferia? Quero Justiça. Mas também quero obediência a lei", explica o deputado.

Para o presidente do PT no Piauí, parte do judiciário do Brasil é conivente com os erros PSDB. "Tem uma mão pesada e mesmo práticas fora da lei em relação ao PT, mas há uma proteção em relação à Direita", diz o deputado Assis Carvalho, referindo-se ao PSDB.

O parlamentar ressalta que defende a punição de quem comete crimes, seja quem for, mas que tudo tem de ser feito com base na lei.

Segundo Assis Carvalho, qualquer defesa de "práticas fora da Lei é uma agressão ao Estado de Direito. Se está errado, então que se mude a Lei. Mas nada fora da lei. Somente o senado pode afastar um senador", conclui o petista.

ENTENDA O CASO - A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal - DTF. decidiu nesta terça-feira (26), por 3 votos a 2, afastar o senador Aécio Neves (PSDB-MG) do exercício de seu mandato, acusado de pedir e receber R$ 2 milhões em propina da empresa J&F.

A medida cautelar contra Aécio foi pedida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito em que o tucano foi denunciado por corrupção passiva e obstrução de Justiça, com base nas delações premiadas dos donos e executivos da empresa J&F.

Na mesma sessão, a Primeira Turma negou, por unanimidade, o terceiro pedido de prisão preventiva de Aécio feito pelo ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, que deixou o cargo no último dia 17.

O STF negou outras duas solicitações de prisão contra Aécio Neves. Elas foram negadas por decisões monocráticas (individuais) de ministros do STF: uma do ministro Edson Fachin e outra do ministro Marco Aurélio Mello.

Fonte: Deputado Assis Carvalho 

Temer tinha o poder de decisão no "quadrilhão" do PMDB e recebeu R$ 31,5 milhões, segundo a Polícia Federal

Segundo a Polícia Federal,  Temer e Cunha tinham poder decisório no "quadrilhão" do PMDB na Câmara
A Polícia Federal concluiu o inquérito que investiga formação de uma organização criminosa composta pelo núcleo do PMDB da Câmara. A PF aponta que o presidente Michel Temer tinha o poder de decisão no grupo ao lado de Eduardo Cunha. Temer também teria recebido R$ 31, milhões em vantagens ilícitas.

O relatório apresentado nesta segunda-feira (11) aponta que Michel Temer, os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco (Casa Civil e Secretaria-Geral, respectivamente), os ex-ministros Geddel Vieira Lima e Henrique Eduardo Alves (Secretaria de Governo e Turismo) e o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha formavam uma organização criminosa para desviar recursos de órgãos públicos. Os peemedebistas negam as acusações.

De acordo com as investigações da PF, os peemedebistas que faziam do grupo mantinham uma “estrutura organizacional” para conseguir vantagens ilícitas em órgãos da administração pública, cometendo crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, fraude em licitações e evasão de divisas.
Presidente da República, Michel Temer (PMDB)Para a PF, Temer e Cunha tinham o poder de decisão no grupo para indicações para cargos na administração pública e na articulação de esquemas ilícitos com empresários. A PF também concluiu que Moreira Franco, Eliseu Padilha e Geddel agiam sob orientação de Temer para obter as propinas. Dos R$ 31,5 milhões, a PF apontou que os valores chegaram a Temer por Rodrigo Rocha Loures (R$ 500 mil), pela Odebrecht (R$ 10 milhões), pelo amigo de Temer, o coronel João Baptista Lima Filho (R$ 1 milhão) e pela Petrobras (R$ 20 milhões). Além desses valores, Temer também teria pedido mais de R$ 5 milhões para a campanha de Gabriel Chalita à prefeitura de São Paulo, em 2012.
O inquérito é uma das quatro “fatias” do inquérito-mãe da Operação Lava Jato. A investigação foi dividida para investigar também os núcleos do PMDB do Senado, do PT e do PP. Na semana passada, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou denúncia contra os grupos.

Segunda denúncia

As conclusões da PF devem embasar a segunda denúncia de Janot contra o presidente Michel Temer. É a última semana dele no cargo e a denúncia contra o peemedebista é esperada para os próximos dias.

As informações prestadas pelo doleiro Lúcio Funaro em seu acordo de delação premiada, homologado na semana passada, também devem robustecer a denúncia preparada por Janot.

Fonte: Congresso em foco

Temer e Cunha tramavam 'diariamente' a saída de Dilma, diz Funaro

O corretor Lúcio Funaro disse em suadelação premiada que, na época do impeachment, o então vice-presidente Michel Temer tramava "diariamente" a deposição da ex-presidente da República Dilma Rousseff com o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
A afirmação consta de um dos anexos da colaboração de Funaro, já homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na qual ele descreve a relação com a cúpula do PMDB e nomeia os "operadores" de Temer em supostos esquemas de corrupção.
Michel Temer e Eduardo Cunha (Crédito: Agência Brasil/Arquivo)
Conforme Funaro, Cunha sempre foi o arrecadador de propinas para o chamado "quadrilhão" do PMDB, enquanto Temer atuava no núcleo político, viabilizando interesses de empresas que pagavam subornos ao grupo.

Funaro afirmou que a relação de Cunha e Temer oscilava, dependendo do "momento político". "Na época do impeachment de Dilma Rousseff, eles confabulavam diariamente, tramando a aprovação do impeachment e, consequentemente, a assunção de Temer como presidente", exemplificou o corretor num dos trechos do anexo.

Temer e seu partido romperam com Dilma meses antes de o afastamento dela ser aprovado e confirmado, mas o agora presidente sempre rejeitou a pecha de "conspirador" ou "golpista".

Procurado, o Palácio do Planalto ainda não comentou as declarações de Funaro. A defesa de Eduardo Cunha se manifestou da seguinte forma: "Enquanto não for levantado o sigilo, a defesa de Eduardo Cunha não comentará os supostos termos de delação."

Fonte: epocanegocios.globo.com

STF vota para Janot permanecer em denúncias de Temer



Todos os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) consideraram não haver motivos para afastar o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, das investigações contra o presidente Michel Temer (PMDB).

O relator, Edson Fachin, foi o primeiro a votar contra o afastamento de Janot. Nove dos 11 ministros acompanharam sua decisão: Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Luiz Fux, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio de Mello, Celso de Mello e Cármen Lúcia, presidente da corte. Gilmar Mendes e Luis Roberto Barroso não participaram da sessão.

Como procurador-geral, Janot é responsável pelas investigações contra o presidente e apresentou denúncia contra Temer, por suspeitas de corrupção passiva, com base em investigações feitas a partir da delação premiada da JBS.

Um dos pontos indicados pela defesa de Temer como comprometedores da atuação de Janot seria a frase dita pelo procurador-geral em palestra de que as denúncias continuariam a ser apresentadas em seu mandato. "Enquanto houver bambu, lá vai
flecha" foi a expressão utilizada.
 
Fachin defendeu em seu voto que "ainda que eventualmente criticável, essa linguagem não configura, a meu modo de ver, excesso". "Não é possível reconhecer a partir dessa afirmação inimizade capital entre procurador-geral da República e eminente presidente da República."

Em seu voto contra a suspeição de Janot, Fachin citou um julgamento anterior, que foi relatado pelo ministro Gilmar Mendes, segundo o qual ainda que sejam praticados atos abusivos contra o investigado, isso não leva à suspeição do juiz ou procurador.

"Há precedente da Corte que reconhece que até mesmo em caso de atos abusivos, o que entendo não ser o caso dos autos, a suspeição não constitui desdobramento necessário da censura de atos processuais", disse.

O caso relatado por Mendes foi um pedido de habeas corpus julgado pela 2ª Turma do STF em maio de 2013. A decisão foi resumida dessa forma por Mendes: "O conjunto de atos abusivos, no entanto, ainda que desfavorável ao paciente, devidamente desconstituídos pelas instâncias superiores, não implica necessariamente parcialidade do magistrado", dizia o trecho da decisão citada por Fachin na sessão de hoje.

Em um longo voto, o decano Celso de Mello ressaltou a atuação de Janot à frente do MPF: "Não posso deixar de reconhecer a atuação responsável, legítima e independente do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que tem exercido a chefia do Ministério Público da União com grande seriedade, atento aos gravíssimos encargos que incidem sobre o Ministério Público, notadamente em situações que envolvem implacável e necessária persecução estatal movida em face de delinquentes, que em contexto de criminalidade organizada atentam contra ordenamento positivo do Estado brasileiro praticando delitos que tem efetivamente ultrajado a consciência e desrespeitado o sentimento de decência do povo de nosso país.

"Não constitui demasia assinalar que regimes autocráticos, que governantes ímprobos, que cidadãos corruptos temem um Ministério Público independente", acrescentou.

A defesa de Temer também quer que os processos contra o presidente sejam suspensos até que se conclua a investigação sobre a delação da JBS e diz que as provas obtidas nas investigações são inválidas, pois a assinatura do acordo de delação foi colocada sob suspeita a partir da revelação dos novos áudios dos executivos da JBS.

'Janot agiu de forma açodada', diz defesa de Temer

Rodrigo Janot não está presente. A PGR está representada pelo vice-procurador Nicolao Dino.

Para a defesa de Temer, Janot agiu "de forma açodada" desde a instalação do inquérito.

"O presidente da República não é tutor de seus assessores e não pode responder por seus erros", disse o advogado de Temer, Antônio Cláudio Mariz de Oliveira. "O presidente da República quer trabalhar e ele não consegue", disse Mariz. 

O vice-procurador Nicolao Dino afirmou que Janot apenas exerceu as atribuições do cargo, respeitando os limites da lei.

"A expressão 'enquanto houver bambu, lá vai flecha' nada mais significa que o procurador-geral da República exercerá seu mandando integralmente até o fim, manejando instrumentos processuais eu a lei lhe confere", disse.

"Nada disso constitui obsessão acusatória como dito na peça de acusação", afirmou Dino.

Mariz disse que a PGR deveria ter "cautela" em relação a Temer e pediu que o órgão deixasse o presidente "em paz".

"É preciso que haja cautela, cuidado, se está acusando um cidadão, se está acusando um brasileiro, se está acusando um cidadão brasileiro, que é presidente da República. Quer se queira, quer não se queira. É o homem que responderá pelo país por um ano e meio daqui para a frente. Deixem-no em paz", afirmou.

Segunda denúncia para sucessora de Janot

A defesa acusou Janot de agir de forma parcial contra o presidente, tentando deixar a decisão sobre a apresentação de uma segunda denúncia contra Temer para a sucessora de Janot, Raquel Dodge, que toma posse como procuradora-geral na próxima segunda-feira (18).

A delação da JBS passou a ser investigada por decisão de Janot, no último dia 4, para apurar a omissão de informações no acordo de colaboração premiada firmado por três dos sete delatores da JBS após a descoberta de novas gravações.

A investigação pode levar à revisão dos benefícios concedidos aos delatores, mas segundo a Procuradoria não impediria o uso das provas apresentadas nas investigações.

A delação dos empresários foi fundamental na abertura de inquérito contra o presidente da República, Michel Temer (PMDB), por suspeitas de corrupção passiva e obstrução de Justiça.

A investigação também apura se houve atuação irregular de Marcelo Miller, ex-procurador da República e ex-braço direito do próprio Janot, nas negociações para fechar a delação da JBS. A suspeita é que Miller tenha auxiliado os delatores durante a negociação do acordo, quando ainda estava ligado à Procuradoria.

Posteriormente, Miller deixou o cargo de procurador e passou a atuar como advogado num escritório que atuou na negociação do acordo de leniência da JBS, espécie de delação premiada feita pela empresa.

Fonte: Uol

Senador quer criar a "CPI dos Marajás" para investigar supersalários de servidores públicos

Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL)
O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) apresentou, nesta terça-feira (12/09), requerimento à Mesa do Senado que pede a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar os pagamentos de supersalários, acima do teto constitucional, para servidores e empregados da Administração Pública direta e indireta de todos os Poderes e órgãos independentes, aí incluídas as empresas públicas e sociedades de economia mista. A CPI também visa estudar a possibilidade de restituição desses valores ao Erário pelos beneficiários.

— Isso não é contra Poder A, nem contra Poder B, nem contra Poder C. É uma regra geral. Nós temos que levantar. Num momento em que o Brasil não tem dinheiro para manter o funcionamento das universidades, num momento em que o Brasil corta dinheiro da ciência e tecnologia, num momento em que o Brasil anuncia — o Ministro do Planejamento anunciou — que está prestes a não pagar os proventos e aposentadorias, como é que nós nos damos o luxo de pagar salários de R$ 200 mil, R$ 300 mil, R$ 400 mil? Isso é um acinte, um escárnio. Isso não pode continuar a acontecer — afirmou.

Renan informou que o requerimento já conta com a assinatura deH quase 50 senadores. Entre os apoiadores estão o líder do PT no Senado, Lindbergh Farias (RJ) e o senador Hélio José (PMDB-DF), que é servidor público concursado.

— Nós não podemos permitir que isso perdure, com os ministérios requisitando pessoas de estatais e de empresas de economia mista para ganhar verdadeiras fortunas, enquanto os servidores públicos são mal remunerados e têm péssimas condições de trabalho — disse.

Fonte: Agência Senado 

Dias afirma que Governo Federal deve R$800 milhões de compra da Cepisa

Dias declarou que, sem esse pagamento, o Governo Federal não pode privatizar a Eletrobras Piauí, por isso vai se reunir com outros governadores em Minas Gerais para discutir os débitos que a União têm com os Estados.

“O Governo Federal até hoje não pagou a Cepisa, como é que vai vender o que não pagou? Estou confiante que a Justiça deve encaminhar o nosso pedido de pagamento do débito. Os cálculos que apresentamos mostram que a União deve cerca de R$ 800 milhões ao Piauí. Como é que o Governo quer privatizar, de forma atabalhoada, a Eletrobras se não pagou o que deve?”, questiona.

Wellington diz que o momento não é adequado para iniciar a privatização da Eletrobras Piauí. Segundo ele, no encontro com os governadores, além da privatização, também vai ser discutida a Lei Kandir, que isenta Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

O governador Wellington Dias também vai se reunir com os técnicos da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para receber os estudos sobre a possibilidade da continuação do Porto de Luís Correira e retornar obras paralisadas.

Fonte:Jornal Meio Norte

Funaro revela repasses de R$ 13,5 milhões a Cunha e Temer

Homologada pelo ministro Luiz Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), a delação do doleiro Lúcio Funaro coloca o presidente Michel Temer em apuros. Funaro era o operador de propinas do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e afirmou na delação que Michel Temer "sempre soube" de todos os esquemas do ex-deputado Eduardo Cunha. “Temer participava do esquema de arrecadações de valores ilícitos dentro do PMDB. Cunha narrava as tratativas e as divisões [de propina] com Temer”, afirmou Funaro na delação, segundo a revista Veja.

O delator citou repasses que somaram R$ 13,5 milhões: R$ 1,5 milhão do grupo Bertin, R$ 7 milhões da JBS destinados a Temer, Cunha e ao então ministro da Agricultura, Antônio Andrade. Temer também teria negociado o pagamento de R$ 5 milhões de Henrique Constantino, do Grupo Constantino, à campanha do então deputado Gabriel Chalita à prefeitura de São Paulo, em 2012.

O doleiro admite que nunca conversou diretamente com Temer sobre a propina e que esse contato era feito pelo próprio Eduardo Cunha, que o informava sobre a divisão da propina.

Com a homologação pelo STF, a Procuradoria Geral da República poderá os fatos delatados pelo doleiro nas investigações envolvendo os processos a que o colaborador está envolvido, podendo basear acusações contra parlamentares, ministros do governo e o presidente Michel Temer.

Funaro é processado pela Justiça Federal em Brasília em três investigações da Polícia Federal (PF) – Greeneld, Sépsis e a Cui Bono – que envolvem suspeitas de desvios de recursos públicos e fraudes na administração de quatro dos maiores fundos de pensão de empresas públicas do país: Funcef (Caixa), Petros (Petrobras), Previ (Banco do Brasil) e Postalis (Correios). O empresário também foi citado nas delações da JBS. Funaro é testemunha-chave em processos que envolvem o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e os ex-ministros Henrique Eduardo Alves e Geddel Vieira Lima.

Fonte:Piauihoje

Joesley diz ter áudio de Ciro propondo "derrubar" a Lava Jato


Os delatores Joesley Batista e Ricardo Saud, da JBS, afirmaram, em conversas gravadas acidentalmente por eles próprios, que têm um áudio em que o presidente do Partido Progressista (PP), senador Ciro Nogueira (PI), fala em “derrubar a Lava-Jato”. Ciro Nogueira é um dos investigados na Lava-Jato – ele já foi denunciado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Na última semana, sem saber se teriam ou não mais tempo para apresentar provas complementares à delação, advogados da JBS entregaram à PGR novos levantamentos, relatórios e áudios de conversas com políticos. Aparentemente sem saber manejar o aparelho, eles gravaram conversas deles próprios em que expõem estratégias de defesa, possíveis arranjos na delação e opções sobre como avançar contra o Supremo Tribunal Federal (STF).

De acordo com o que o Ministério Público interpretou dos áudios, aos quais VEJA teve acesso, Joesley Batista sugere, em tom jocoso, mostrar aos investigadores só a parte de gravação que Ciro fala sobre derrubar a Lava-Jato. Não está claro se essa gravação contra Ciro Nogueira já está em poder do Ministério Público.

Na conversa, Joesley e Ricardo Saud ainda tentam prever o tamanho do estrago que a divulgação das conversas envolvendo o presidente do PP causaria: “Ricardo, se nós mostrar (sic) só essa partezinha da fita do Ciro – sem a das putarias – só a partezinha de que vai derrubar a Lava-Jato, de que vai votar rapidinho e vai… Nossa senhora! Já pensou?”, questionou Joesley.

Entre risadas, Joesley tenta tranquilizar o amigo: “Ricardo do céu, sabe por que eu não fico nervoso? Porque eu tenho certeza de que nós não vai (sic) precisar disso. Nós não vai usar nada disso. Eu penso assim. Vamos pensar assim”.

No relato a Joesley Batista, Saud ainda conta que ouviu de Ciro Nogueira que a Odebrecht queria dar 40 milhões (não está clara a moeda) ao senador. “Eu falei: ‘Ciro, tenta receber da gente aqui'”. “Ele pegou a mala, fui lá e pus. E falei: ‘Leva aí a roupa da minha irmã'”, continuou Ricardo Saud.

Entre todos os partidos citados no escândalo do petróleo, o PP é aquele que tem mais políticos apontados como beneficiários de propina. Em março deste ano, por exemplo, o Ministério Público Federal, no Paraná, apresentou ação de civil pública contra o PP e 10 políticos da legenda. Pediu a condenação da sigla, como pessoa jurídica, e o pagamento de 2,3 bilhões de reais de ressarcimento ao erário, multa civil e por danos morais coletivos

Fonte: Veja

TCE vai julgar representação contra o prefeito kim do Caranguejo

O Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI) vai jugar na próxima quarta-feira (13/09) uma representação do ministério Público de Contas contra a Prefeitura de Luís Correia, que tem como gestor, Francisco Araújo Galeno, mais conhecido como Kim do Caranguejo (PSB).A representação  foi formulada pelo Ministério Público de Contas do Piauí contra a Prefeitura Municipal de Luís Correia, relatando a ausência de documentos que compõem a prestação de contas mensal  do exercício financeiro de 2017, solicitando então  o bloqueio das contas bancárias.
Prefeito de Luís Correia Kim do Caranguejo
Segundo o Ministério Público, até  o dia 1º de junho, não havia encaminhado ao TCE os documentos que compõem a prestação de contas mensais, como Documentação Web, de janeiro e fevereiro deste ano, que são essenciais ao inicio da análise  da prestação  de contas. Logo depois Kim do Caranguejo apresentou a prestação de contas.
O procurador Plínio Valente afirmou que mesmo que a situação tenha se regularizado, não pode ser permitido esse tipo de atraso. Ele solicitou então  pela procedência da ação, com a aplicação de multa.
“Malgrado a situação tenha se regularizado, cumpre a este parquet destacar que,  in casu, ocorreu afronta ao comando constitucional  que impõe o dever de prestar contas na forma e no prazo devido, assim como aos dispositivos que conferem prerrogativas as cortes de contas para examinar, mediante fiscalização os gastos dos recursos públicos”, disse.
Plínio Valente Ramos Neto
Fonte:GP1



DÊ A CESAR O QUE É DE CÉSAR

Seis meses se passaram de Gestão Mão Santa Algumas coisas mudaram para melhor outras não e muitas outras estão longe de acontecer, no começo ainda na transição de governo pensava-se que o Partido do P S L seria bem tratado no governo de imediato , devido sua aposta na candidatura do atual prefeito ,Dois vereadores Eleitos o terceiro melhor votado do partido continua fora a gestão ,descontentes com os raríssimos cargos ,apenas a Secretaria de esportes a frente Maksuel Brandão diga se de passagem hoje um dos mais atuantes secretario da gestão e presidente do partido no âmbito local, uma superintendência para um suplente de vereador Chagas Santos ,esse já deposto do seu cargo não se sabe porque ,só se sabe que ele estava coordenando os trabalhos na área dos vigias e guarda patrimoniais , e para o descontentamento de seus comandados deixou o cargo ,e hoje os vigias se queixam de estarem sendo perseguidos ,ameaçados de perder seus cargos por quem esta a frente da coordenação. pessoas que na campanha zoavam com a candidatura de mão Santa o Chamando de velho gagá. e hoje estão em altos cargos para tratar de forma opressora e perversa os que realmente foram pra luta com Mão santa.

Como diz um velho conhecido da Política Parnaibana ''Quatro anos passa rápido de mais''.

GIRO PELO BRASIL: Doria admite deixar o PSDB para concorrer ao Planalto: “Cabe a Deus indicar, iluminar e definir qual é o destino”



















Alckmin e Doria: prefeito ameaça trocar de partido se for preterido para o seu padrinho político em 2016
O prefeito de São Paulo, João Doria, admitiu deixar o PSDB para se candidatar à Presidência caso o partido opte pela realização de prévias entre ele e o governador paulista, Geraldo Alckmin. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Doria disse que recebeu convites do PMDB e do DEM e de outros dois partidos. Segundo ele, o candidato tucano deve ser definido com base nas pesquisas de intenção de voto. O prefeito afirmou que só aceitaria disputar prévias se fosse com outro nome.
“Não faz o menor sentido. Não faria isso. Desde já me excluo dessa condição, embora defenda as prévias”, declarou durante viagem a Paris. “Pretendo continuar (no PSDB), até que alguma circunstância me impeça disso”. Para o prefeito, as pesquisas de intenção de voto serão determinantes para a escolha do presidenciável tucano. “Se alguém tiver dúvida em uma pesquisa, que faça duas. Se tiver dúvida em duas, que faça três. Não ouvir o povo pode ser um erro fatal para o PSDB”, disse Doria.

De acordo com Doria, não levar em conta as pesquisas de intenção de votos – nas quais ele aparece, no momento, à frente de Alckmin – seria um “erro fatal” para o PSDB. “Não faço uma defesa personalista, mas nacional. Acertar na indicação é ouvir a população”, afirmou. O prefeito tem sido criticado por adversários políticos e por parte da população de São Paulo por viajar o país todo em pré-campanha velada à Presidência.

“A política traz sempre ares, tempestades e fatos que não estão dentro do seu prognóstico. Isso se aprende rápido na vida política. Estou na política, mas não sou político. Não tenho intenção de mudar de partido, mas é sempre bom ouvir de outros partidos que você é bem-vindo. Não é só o PMDB e o DEM. Outros dois partidos tiveram a gentileza e a delicadeza de abrir as portas caso necessário. Agradeci. Estou no PSDB desde 2001, muito antes de pensar em ser candidato. Não entrei por conveniência. Pretendo continuar no PSDB, até que alguma circunstância me impeça disso. Em relação ao futuro, cabe a Deus indicar, iluminar e definir qual é o destino”, disse ao Estadão.

FONTE:congressoemfoco

Plenário pode votar fim de coligações em eleições proporcionais


O Plenário da Câmara dos Deputados terá sessões de votação a partir de segunda-feira (4), com pauta que inclui o fim das coligações partidárias para as eleições proporcionais e a criação de uma cláusula de desempenho para acesso a recursos do Fundo Partidário e ao horário gratuito de rádio e TV. Essas medidas constam da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 282/16, que trata da reforma política.

A PEC 282 será o item único da sessão de segunda-feira, marcada para as 16 horas. Na terça-feira (5), estão previstas sessões desde as 9 horas, com pauta que inclui mais de 30 itens.

O substitutivo de autoria da deputada Shéridan (PSDB-RR), aprovado na comissão especial que analisou a PEC 282, proíbe as coligações para as eleições proporcionais (deputados e vereadores) já a partir das eleições de 2018, desde que a proposta seja promulgada como emenda constitucional até um ano antes das eleições (7 de outubro).

Dessa forma, as coligações serão permitidas apenas para os cargos majoritários (prefeito, governador, presidente da República e senador).

Quanto à cláusula de desempenho, haverá uma transição até 2030 quanto ao índice mínimo de votos obtido nas eleições para a Câmara dos Deputados ou de deputados federais eleitos. Esse índice será exigido para acesso ao Fundo Partidário e ao horário gratuito de rádio e TV.

Entretanto, segundo informou o líder do PSDB, deputado Ricardo Tripoli (SP), a deputada Shéridan apresentará mudanças antes da votação da matéria em relação à cláusula de desempenho, às coligações para 2018 e à federação partidária, que permite a partidos pequenos atuarem conjuntamente.

Meta fiscal

Para as 19 horas de terça-feira, está marcada sessão do Congresso destinada à votação de duas emendas apresentadas ao Projeto de Lei (PLN) 17/17, que autoriza o governo a aumentar o deficit primário de R$ 139 bilhões para R$ 159 bilhões em 2017. Para 2018, a meta fiscal também passará a ser de R$ 159 bilhões.

Uma das emendas, da senadora Ângela Portela (PDT-RR), prevê que os recursos limitados pelo teto de gastos (Emenda Constitucional 95, de 2016) e direcionados à saúde pública terão acréscimo proporcional à taxa de crescimento populacional divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A outra emenda, do deputado Bohn Gass (PT-RS), determina o uso de mesma sistemática para os recursos mínimos a serem aplicados em educação pública.

MP do Refis

Na terça-feira, os deputados podem analisar a Medida Provisória 783/17, que permite o parcelamento de dívidas com a União, tanto de pessoas físicas quanto pessoas jurídicas, concedendo descontos e possibilitando o uso de prejuízo fiscal e de base negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para pagar os débitos.

Segundo o projeto de lei de conversão do deputado Newton Cardoso Jr (PMDB-MG), os descontos, que no texto original giravam em torno de 25% a 90%, passam a ser de 85% a 99% quanto a multas, juros de mora, encargos legais e honorários advocatícios.

O governo estendeu o prazo original da MP para adesão ao programa por meio de outra medida provisória (798/17), que passa de 31 de agosto para 29 de setembro, e tem negociado um texto alternativo com menos benefícios aos devedores.

Reforma política

Também está na pauta de terça-feira a PEC 77/03, do Senado, que cria um fundo com recursos públicos para financiar as campanhas eleitorais para todos os cargos; e muda o sistema eleitoral de escolha dos deputados. Para os pleitos de 2018 (eleições gerais) e de 2020 (municipais), o sistema será o majoritário, já aplicado para os mandatos de cargos executivos (prefeito, governador e vice-presidente) e senadores.

Assim, elegem-se apenas aqueles com mais votos em cada estado e no Distrito Federal e, nas eleições municipais, em cada cidade. Daí o apelido que esse sistema de escolha ganhou, de “distritão”, porque o estado será transformado em um único grande “distrito”.

De 2024 em diante, deputados passam a ser eleitos pelo sistema distrital misto, pelo qual os eleitores poderão dar dois votos: um para o candidato registrado no distrito eleitoral que abrangerá sua cidade; e outro em uma lista de candidatos preordenada pelos partidos.

Os partidos têm tido dificuldades, entretanto, de chegar a um consenso sobre a matéria, que precisa obter, no mínimo, 308 votos favoráveis para aprovação, em dois turnos de votação.

Matéria relacionada:

Por Agência Câmara de Notícias

Joesley Batista chama Temer de "ladrão geral da República"

Joesley Batista, delator responsável pelas gravação que deu origem à primeira denúncia contra Michel Temer, por corrupção passiva, reagiu à nota do peemedebista, divulgada na noite de ontem (sexta, 1). Também em nota, Joesley chama Temer de “ladrão geral da República”.

Nesta sexta-feira (1), além de voltar a pedir suspeição de Janot, Temer criticou os acordos de delação do doleiro Lúcio Funaro e dos empresários da JBS. Na quinta-feira (31.ago), Joesley Batista entregou novos áudios, que tinham sido deletados do aparelho que usou para gravar Temer. O empresário e delator foi chamado de “grampeador-geral da República” na nota divulgada pela Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.

“Outro agravante é o fato de o grampeador-geral da República ter omitido o produto de suas incursões clandestinas do Ministério Público. No seu gravador, vários outros grampos foram escondidos e apagados. Joesley mentiu, omitiu e continua tendo o perdão eterno do procurador-geral. Prêmio igual ou semelhante será dado a um criminoso ainda mais notório e perigoso como Lúcio Funaro?”, encerra a nota.

Joesley reagiu, afirmando em sua nota que Temer “envergonha” todos os brasileiros e que a delação premiada é um direito que Temer tem o dever de respeitar. “Atacar os colaboradores mostra no mínimo a incapacidade do senhor Michel Temer de oferecer defesa dos crimes que comete”, disse Joesley.

Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, advogado do peemedebista afirmou que a nota de Joesley não merece resposta pela “sua origem e do conhecido comportamento absolutamente reprovável do delator”.

Leia a íntegra da nota de Joesley Batista:

“A colaboração premiada é por lei um direito que o senhor presidente da República tem por dever respeitar. Atacar os colaboradores mostra no mínimo a incapacidade do senhor Michel Temer de oferecer defesa dos crimes que comete. Michel, que se torna ladrão geral da República, envergonha todos nós brasileiros.”

Fonte: Congresso em foco

cumpridas de Temer, deputados lançam movimento “Tchau, querido”



Michel Temer vai compartilhar experiência vivida por Dilma Rousseff durante o impeachment. Insatisfeito com a perda de cargos e com promessas não cumpridas do governo, um grupo liderado por deputados do Solidariedade vai imprimir panfletos com o “Tchau, querido” — numa atualização do slogan criado involuntariamente por Lula, em conversa com a ex-presidente. Serão idênticos: letras verdes e fundo amarelo. Os deputados querem levar as placas ao plenário no dia em que Rodrigo Janot entregar ao STF a segunda denúncia contra Temer.

Do O Globo:

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