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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Governador apoia greve geral e chama reformas de "golpe"

O governador do Piauí, Wellingvton Dias, chamou de "Golpe da Previdência", a reforma proposta pelo governo do presidente Michel Temer, que ataca conquistas dos trabalhadores. "E quando a Pátria pedir liberdade? O primeiro que luta é o Piauí", lembrou Wellington Dias, citando trecho do Hino do Piauí.

Wellington Dias também condena a reforma trabalhista aprovada na quarta-feira (26/4) pela Câmara Federal, que retirou vários direitos dos trabalhadores brasileiros. "Não é aceitável que se coloque no projeto original enviado ao Congresso Nacional, que o "acordado" fique acima do "legislado", ficando um acordo acima da lei para retirar garantias e direitos do trabalhador", reclamou. 

A íntegra da nota do governador: 

"Em defesa dos trabalhadores. 
Ontem, em evento com líderes partidários, professores e outros servidores públicos estaduais e federais, trabalhadores do setor privado e estudantes, no Palácio do Karnak manifestei ser favorável à mobilização de diversos setores da sociedade prevista para esta sexta-feira, no Piauí e no Brasil. Estou governador do Piauí, mas nunca neguei minha posição firme de lutar para as conquistas sociais e econômicas do povo do Piauí e do povo Brasileiro.

É claro que quero e defendo um moderno e eficiente sistema nas relações de trabalho, capaz de assegurar direitos e garantir segurança aos empreendedores, numa relação integrada dos trabalhadores e empresários para o crescimento do Piauí e do Brasil. Também defendo, cobro e procuro fazer no Piauí mudanças na previdência objetivando o equilíbrio financeiro e atuarial, de forma que possa garantir benefícios pactuados para aposentados e pensionistas. A previdência é uma conquista dos brasileiros e brasileiras e quegarante também uma ampla rede de proteção social.

Grandes mudanças, feitas com projetos elaborados sem o devido diálogo, levam a situações como a regra onde um acordo entre patrão e empregado vale mais que direitos estabelecidos na Constituição, na Consolidação da Legislação Trabalhista - CLT, ou em Tratados Internacionais. Não é aceitável que se coloque no projeto original enviado ao Congresso Nacional, que o "acordado" fique acima do "legislado", ficando um acordo acima da lei para retirar garantias e direitos do trabalhador.

Numa conjuntura como agora, com desemprego elevado e crescente, surge a regra do Robin Hood invertido. Tirar dos mais pobres, dos mais fracos, para dar ao mais forte e mais ricos. A regra da previdência, no projeto que foi enviado ao Congresso Nacional, de querer que os mais pobres, os trabalhadores e as trabalhadoras rurais e as pessoas com deficiência e outros do Benefício da Prestação Continuada (BPC), impondo 49 anos de trabalho em atividade na roça como mínimo para o benefício, é desconhecer a gigantediferença do trabalho intelectual do trabalho braçal, que consome mais rapidamente o físico e a vida e leva o homem e mulher do campo a uma expectativa de vida num lugar do Piauí ou do Nordeste e do Brasil, a média de 66 anos.

Ora, é o mesmo que querer que, para ter o direito, tem que trabalhar a partir dos 15 anos e sem ficar desempregado ao longo de toda a vida. Ou pior: é mentir que o homem e mulher do campo tem direito a "aposentadoria rural". Quem perde mais? Novamente os mais pobres. E em milhões deles e delas, o Piauí, o Nordeste... 
Não, não é possível não me posicionar. O dinheiro que circula na economia do Piauí e do Nordeste de "aposentadoria rural" e BPC - Benefício da prestação Continuada, é mais do que circula de Fundo de Participação de todos os municípios do estado e todos os municípios do Nordeste.

Por isso, aprovamos em Fortaleza, no Fórum dos governadores do Nordeste, posição contrária. É um golpe contra os mais pobres. É um golpe contra nosso Piauí e nossa região. São bilhões que circulam no açougue, no mercado, nas farmácias... Perdem os empreendedores, perde a nossa economia.

Por tudo isto é que me manifesto e considero legítimo o movimento de milhões de brasileiros nesta sexta feira 28 de abril no movimento contra o GOLPE DA PREVIDÊNCIA e outros.

O Brasil precisa, através de seus líderes, voltar a ter a capacidade do diálogo. Tratarmos na pauta do povo: mais Investimentos para mais emprego, crescimento econômico, para mais segurança, mais saúde, mais educação... E proteção para os que mais precisam.

E quando a Pátria pedir liberdade? ‘O primeiro que luta é o Piauí’. 

Wellington Dias 
Governador do Piauí"

Fonte: Paulo Pincel

quarta-feira, 26 de abril de 2017

"Nenhum deputado do Piauí é investigado por corrupção", diz Robert

Falando sobre a aprovação da PEC que só permite procuradores serem dirigentes máximos do Ministério Público Estadual, o deputado Robert Rios Magalhães revelou, ontem (25), em resposta às declarações de promotores que criticaram deputados, que "nenhum deputado estadual do Piauí é investigado por corrupção". Ele disse isso como forma de anular o argumento de que os parlamentares haviam aprovado a proposta para se resguardar de investigações.

O deputado afirmou que não se trata de uma restrição a promotores, que são de primeira instância, e sim uma maneira de fazer justiça aos procuradores que estão no topo da carreira do Ministério Público. Ele disse que o presidente do Tribunal de Justiça tem que ser um desembargador e não um juiz, o presidente do Tribunal de Contas tem que ser um conselheiro e não um auditor. No caso da escolha do presidente do Tribunal, os juízes sequer têm direito a voto, segundo Robert.

Três anos para investigar

Robert Rios disse que os promotores, se entendem que os deputados aprovaram a PEC para não serem investigados, terão três anos para fazê-lo porque o atual procurador-geral, que é promotor, tem mais um ano de mandato e direito à reeleição por dois anos, como ficou estabelecido na PEC.

Só procuradores

Concluído o próximo mandato de procurador-geral do Ministério Público, só um procurador poderá ser votado e exercer a função, segundo a PEC aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado.

Anaconda

Uma serpente foi encontrada no quintal de uma residência no Vale do Gavião, zona leste, quando era efetuado um serviço de roço, levando moradores a um susto muito grande, ontem pela manhã.

Por Feitosacosta

terça-feira, 25 de abril de 2017

Em busca de provas, PF pede que depoimento de Lula seja adiado

A Polícia Federal e a Secretaria de Segurança do Paraná pediram nesta segunda-feira à Justiça Federal que o depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja adiado. O tão esperado embate entre o petista e o juiz Sergio Moroestá marcado para o dia 3 de maio, mas deverá ser reprogramado para outra data. Antes de formalizar a solicitação, um delegado do da PF entrou em contato com o magistrado para expor os motivos do adiamento.

Extraoficialmente, ele argumentou que, com o depoimento do empresário Léo Pinheiro, da OAS, dado na sexta-feira passada, os investigadores precisariam de mais tempo para reunir provas consistentes que sustentem os crimes imputados pelo executivo ao petista. Entre as acusações constam que o tríplex do Guarujá é, de fato, de Lula e que a reforma do imóvel foi bancada com dinheiro desviado da Petrobras; que a OAS mantinha uma conta-propina de 15 milhões de reais à disposição do petista e que a empreiteira pagou mais de 1 milhão de dólares ao ex-presidente por palestras no exterior.

Na avaliação da PF, as provas encontradas até agora, principalmente em relação ao tríplex, como comprovante de pedágios dando conta que dois carros em nome do Instituto Lula passaram pelo sistema automático de cobrança das barreiras a caminho do Guarujá entre 2011 e 2013, são fracas e serão facilmente derrubados pela defesa agressiva de Lula.

No ofício enviado a Moro, assinado pelo superintendente da Polícia Federal do Paraná, Rosalvo Ferreira Franco, argumenta-se que a instituição precisa de mais tempo para “as tratativas com os órgãos de segurança e de inteligência” e para lidar com a multidão que vai desembarcar em Curitiba para dar apoio a Lula.

Em outro documento, encaminhado a Moro pelo secretário de Segurança do Paraná, Wagner Mesquita de Oliveira, o secretário cita as comemorações do Dia do Trabalhador, marcadas com atos públicos para 1º de maio, e as notícias recorrentes dando conta da ação de movimentos populares de apoio ao petista. A expectativa é que caravanas com cerca de 80 000 pessoas desembarquem em Curitiba no dia que Lula e Moro ficarão frente a frente.

O juiz federal ainda não assinou qualquer despacho confirmando o adiamento. Apesar de os argumentos da PF de que não houve tempo suficiente para fazer o planejamento, há quem sustente dentro da Justiça Federal que a data do depoimento do Lula está marcada desde o dia três de março, tempo suficiente para organizar a plano de segurança. Segundo uma fonte do Exército, já estava planejado até o deslocamento de tropas para a capital curitibana para dar suporte ao depoimento de Lula. O Detran do Paraná e a Polícia Militar também já tinham desenhado estratégias para desvio do trânsito nas redondezas do prédio da Justiça Federal

Fonte:VEJA


segunda-feira, 24 de abril de 2017

Eduardo Cunha diz que antecipou parecer do impeachment a Temer

O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha disse ter antecipado o parecer que autorizou a abertura do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff ao então vice, Michel Temer, em texto escrito no Complexo Médico Penal de Curitiba, na última segunda-feira (17). As informações são da coluna Painel, do site do jornal Folha de S. Paulo, deste domingo (23). De acordo com a colunista, o deputado cassado prometeu ainda detalhar em seu livro uma suposta disputa entre o atual presidente Temer e o ex-presidente Luiz InácioLula da Silva pouco antes da abertura do processo de impeachmente de Dilma.

O deputado cassado teria relatado sobre o "cabo de guerra" entre o petista e o peemedebista no fim de 2016, pouco antes de ser preso, ao negociar a publicação de seu livro com o dono da editora Matrix, Paulo Tadeu. Segundo Cunha, Lula teria pedido que o então presidente da Câmara não iniciasse o processo que levou ao afastamento da ex-presidente. Ainda de acordo com o jornal, a editora mantém contato com Cunha. Um aliado do deputado cassado é responsável por intermediar as negociações.

Fonte: Noticias ao Minuto

domingo, 16 de abril de 2017

Mais um partido convida Barbosa para disputar a presidência

Joaquim Barbosa foi procurado pelo PSB. O convite era para que ele se filiasse e pensasse na presidência. Barbosa recusou. Rede e PT também já andaram conversando com o juiz.

Radar On-Line


quinta-feira, 13 de abril de 2017

Wellington Dias chega a Parnaíba para cumprir agenda no litoral

O governador Wellington Dias desembarcou no Aeroporto de Parnaíba por volta das 10h30 desta quinta-feira (13) para dar início a agenda que deve cumprir até o próximo sábado no litoral piauiense. Ainda no terminal, ele destacou a ações do governo na região norte do estado.
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visitadias1“Viemos conferir de perto o andamento de obras importantes, como o alargamento da estrada de Ilha Grande do Piauí e também da Pedra do Sal e o terminal turístico de Barra Grande, em Cajueiro da Praia. Tão logo passe o período chuvoso devemos retomar obras de asfaltamento em Parnaíba, disse o governador.

O deputado estadual Zé Hamilton era um dos que aguardavam Dias no saguão do aeroporto. “Semana passada estive com o governador em Teresina e falamos principalmente da situação da ponte Simplício Dias, que necessita de reforma urgente, assim como do Porto das Barcas”, disse o parlamentar.

Também estiveram presentes os ex-prefeito e vice-prefeito de Parnaíba, Florentino Neto e Chagas Fontenele, além do secretário de Turismo do Piauí, Flávio Nogueira Junior, dentre outros políticos e autoridades.
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Depois da recepção em Parnaíba, a comitiva deslocou diretamente à Barra Grande, no município de Cajueiro da Praia. Chegando lá, Wellington viu de perto a estrutura do terminal turístico, que recebeu investimentos de R$ 875 mil e está em fase final de construção.
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O governador ficará hospedado na praia da Barra Grande, mas na manhã desta sexta-feira (14) volta a ter compromissos oficiais, quando se desloca às 7h para Ilha Grande do Piauí. Após a visita nas obras de alargamento da PI-116, Wellington Dias fará um passeio ao Delta do Parnaíba.

Fonte:PCN

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Ciro Nogueira, Heráclito Fortes e Paes Landim serão investigados pela Lava Jato

Três políticos do Piauí serão investigados por determinação do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF). Todos eles foram citados nos depoimentos de delação premiada de ex-diretores da empreiteira Odebrecht, na operação Lava Jato.

São eles: senador Ciro Nogueira, (PP), deputado Heráclito Fortes (PSB) e deputado Paes Landim (PTB-PI). Em nota, os três piauienses citados afirmaram não terem conhecimento sobre o que estão sendo acusados.




O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e mais 39 deputados de 13 partidos também estão entre os políticos que serão investigados.

Com 11 deputados alvos de inquérito, o PT é a sigla com maior número de parlamentares a serem investigados. Em seguida, com cinco, estão o DEM e o PP, o PMDB e PSDB, com quatro e o PR, com três.


O PSD, o PSB e o PRB têm dois deputados cada na lista de investigados. Já o PPS, SD, PCdoB e PTB têm um parlamentar na lista.

Com a abertura da investigação, os processos devem seguir para a Procuradoria-Geral da República (PGR) e para a Polícia Federal (PF) para que sejam cumpridas as primeiras diligências contra os citados. Ao longo da investigação, podem ser solicitadas quebras de sigilo telefônico e fiscal, além da oitiva dos próprios acusados.

Já no PSDB, são alvo das investigações o deputado Jutahy Junior (BA), Yeda Crusius (RS), João Paulo Papa (SP) e Betinho Gomes (PE).

No PR, além do ex-presidente da legenda, Alfredo Nascimento (AM), são alvo de investigação João Carlos Bacelar (BA) e Milton Monti (SP). No PSD serão investigados Fábio Faria (RN) e Antonio Brito (BA).

Já no PSB, serão investigados José Reinaldo (MA) e Heráclito Fortes (PI). No PRB, Celso Russomano e Beto Mansur, ambos de São Paulo.

Também serão investigados os deputados Paulo Pereira da Silva (SD), Daniel Almeida (PCdoB-B), Paes Landin (PTB-PI) e Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma da Previdência.

Confira a lista completa com os políticos a serem investigados:

Senador da República Romero Jucá Filho (PMDB-RR)

Senador Aécio Neves da Cunha (PSDB-MG)

Senador da República Renan Calheiros (PMDB-AL)

Ministro da Casa Civil Eliseu Lemos Padilha (PMDB-RS)

Ministro da Ciência e Tecnologia Gilberto Kassab (PSD)

Senador da República Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE)

Deputado Federal Paulinho da Força (SD-SP)

Deputado Federal Marco Maia (PT-RS)

Deputado Federal Carlos Zarattini (PT-SP)

Deputado Federal Rodrigo Maia (DEM-RM), presidente da Câmara

Deputado federal João Carlos Bacelar (PR-BA)

Deputado federal Milton Monti (PR-SP)

Governador do Estado de Alagoas Renan Filho (PMDB)

Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República Wellington Moreira Franco (PMDB)

Ministro da Cultura Roberto Freire (PPS)

Ministro das Cidades Bruno Cavalcanti de Araújo (PSDB-PE)

Ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes Ferreira (PSDB)

Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços Marcos Antônio Pereira (PRB)

Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Blairo Borges Maggi (PP)

Ministro de Estado da Integração Nacional, Helder Barbalho (PMDB)

Senador da República Paulo Rocha (PT-PA)

Senador Humberto Sérgio Costa Lima (PT-PE)

Senador da República Edison Lobão (PMDB-PA)

Senador da República Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)

Senador da República Jorge Viana (PT-AC)

Senadora da República Lidice da Mata (PSB-BA)

Senador da República José Agripino Maia (DEM-RN)

Senadora da República Marta Suplicy (PMDB-SP)

Senador da República Ciro Nogueira (PP-PI)

Senador da República Dalírio José Beber (PSDB-SC)

Senador da República Ivo Cassol

Senador Lindbergh Farias (PT-RJ)

Senadora da República Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)

Senadora da República Kátia Regina de Abreu (PMDB-TO)

Senador da República Fernando Afonso Collor de Mello (PTC-AL)

Senador da República José Serra (PSDB-SP)

Senador da República Eduardo Braga (PMDB-AM)

Senador Omar Aziz (PSD-AM)

Senador da República Valdir Raupp

Senador Eunício Oliveira (PMDB-CE)

Senador da República Eduardo Amorim (PSDB-SE)

Senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE)

Senador da República Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)

Senador da República Ricardo Ferraço (PSDB-ES)

Deputado Federal José Carlos Aleluia (DEM-BA)

Deputado Federal Daniel Almeida (PCdoB-BA)

Deputado Federal Mário Negromonte Jr. (PP-BA)

Deputado Federal Nelson Pellegrino (PT-BA)

Deputado Federal Jutahy Júnior (PSDB-BA)

Deputada Federal Maria do Rosário (PT-RS)

Deputado Federal Felipe Maia (DEM-RN)

Deputado Federal Ônix Lorenzoni (DEM-RS)

Deputado Federal Jarbas de Andrade Vasconcelos (PMDB-PE)

Deputado Federal Vicente “Vicentinho” Paulo da Silva (PT-SP)

Deputado Federal Arthur Oliveira Maia (PPS-BA)

Deputada Federal Yeda Crusius (PSDB-RS)

Deputado Federal Paulo Henrique Lustosa (PP-CE)

Deputado Federal José Reinaldo (PSB-MA), por fatos de quando era governador do Maranhão

Deputado Federal João Paulo Papa (PSDB-SP)

Deputado Federal Vander Loubet (PT-MS)

Deputado Federal Rodrigo Garcia (DEM-SP)

Deputado Federal Cacá Leão (PP-BA)

Deputado Federal Celso Russomano (PRB-SP)

Deputado Federal Dimas Fabiano Toledo (PP-MG)

Deputado Federal Pedro Paulo (PMDB-RJ)

Deputado federal Lúcio Vieira Lima (PDMB-BA)

Deputado Federal Paes Landim (PTB-PI)

Deputado Federal Daniel Vilela (PMDB-GO)

Deputado Federal Alfredo Nascimento (PR-AM)

Deputado Federal Zeca Dirceu (PT-SP)

Deputado Federal Betinho Gomes (PSDB-PE)

Deputado Federal Zeca do PT (PT-MS)

Deputado Federal Vicente Cândido (PT-SP)

Deputado Federal Júlio Lopes (PP-RJ)

Deputado Federal Fábio Faria (PSD-RN)

Deputado Federal Heráclito Fortes (PSB-PI)

Deputado Federal Beto Mansur (PRB-SP)

Deputado Federal Antônio Brito (PSD-BA)

Deputado Federal Décio Lima (PT-SC)

Deputado Federal Arlindo Chinaglia (PT-SP)

Ministro do Tribunal de Contas da União Vital do Rêgo

Com informações da Agência Brasil.

terça-feira, 11 de abril de 2017

João Mádison avisa: vaga de vice-governador é do PMDB

O PMDB não negocia a vaga na chapa majoritária do governador Wellington Dias (PT) em 2018, muito menos da indicação do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Themístocles Filho, como candidato a vice-governador. O PP, que indicou a vice-governadora Margarete Coelho em 2014, entrou na briga por mais uma vaga na chapa majoritária. Além de uma das duas vagas da aliança governista ao Senado, o PP quer manter a indicação do vice na chapa deWellington.

O líder do PMDB na Assembleia Legislativa, deputado João Mádison, avisa que a vaga de vice é do PMDB. E se o Partido Progressista insistir em criar problema para essa indicação, o senador Ciro Nogueira vai perder o apoio do PMDB à sua candidatura à reeleição em 2018.

"Vejo com tranquilidade partido dele (PP) trabalhando para viabilizar uma posição na chapa. Acredito que ele (Ciro) tenha a posição dele definida para senador. É notório. Agora em relação a ele trabalhar pela vice, ele pode até trabalhar, mas se ele atrapalhar, se ele colocar dificuldade para que o PMDB tenha a chance de participar da chapa majoritária (indicando o candidato a vice-governador), lógico que nós vamos reagir e a reação seria não votar nele parasenador. Não queremos isso. Queremos voltar nele para senador e queremos continuar com essa nossa boa convivência”, advertiu o líder do PMDB.

Mádison não quer nem ouvir falar em outra possibilidade que não seja a presença do PMDB ao lado de Wellington Dias. “Não podemos de maneira nenhuma ficar fora da chapa majoritária. Hoje o PMDB só tem compromisso com Wellington. Nós não temos compromisso com ninguém, só com Wellington Vamos esperar 2018 para ver como as águas andam. O PMDB não abre mão da vaga da vice. E vice com candidatura do Themístocles. Esse é o nosso trabalho, éno que estamos trabalhando, estamos focados nisso", acrescentou o deputado.


Fonte: Paulo Pincel

segunda-feira, 3 de abril de 2017

A Veja não muda. O alvo é sempre Lula e o PT; da direita ela só "chuta cachorro morto"


Alguns petistas insistem na teoria da perseguição de alguns veículos de imprensa, com a revista Veja e a Rede Globo, ao PT e ao ex-presidente Lula. E têm razão para isso. E podem também incluir nesse mapa da perseguição parte da PF, do MPF e do Judiciário.

Neste fim de semana, a Veja detonou o tucano Aécio Neves. O senador mineiro é um dos políticos mais delatados na Lava Jato. Mas só agora a Veja descobriu isso.

Nas redes sociais os petistas menos avisados são orientados a desprezar a Veja. "Não leiam e nem se empolguem com a Veja. Está chutando cachorro morto. Só bate em Aécio agora porque ele não tem mais nem 1% de popularidade em Minas Gerais", diz um petista no Facebook

A explicação seguinte é que o PSDB já descartou o senador José Serra, Geraldo Alckmim e agora Aécio Neves de uma futura candidatura a presidente. Os três foram atingidos em cheio pelas relações de executivos da Odebrecht. Mas não são alvos do juiz Sérgio Moro, dono da Lava Jato.

As últimas pesquisas de opinião pública mostram os tucanos no fundo do poço. Perdem até para o ultra-direita Jair Bolsonaro. Ao mesmo tempo mostram crescimento vigoroso da popularidade do ex-presidente Lula, apesar de todos os ataques a ele e ao PT.

A Veja, como veículo simpático aos tucanos, já percebeu que eles estão sem saída para disputa em 2018. Tanto isso é verdade que já estão apelando para nomes como o do prefeito de São Paulo, João Dória, e até global Luciano Hulk. Tudo pra vê se cola.

Os petistas também sabem que , quando a Veja sai do ataque ao PT e Lula por uma semana, podem esperar que na semana seguinte vem matéria requentada com denúncias até mentirosas, como várias já publicada pela revista que jornalista Paulo Henrique Amorim chama de "detrito sólido".

(Piauíhoje)

sábado, 1 de abril de 2017

Aumenta rejeição ao governo Temer, diz pesquisa

A desaprovação do governo Temer pôde ser comprovada na última pesquisa do Ibope, divulgada ontem sexta-feira (31). Consideram a administração federal ótima/boa apenas 10% dos entrevistados. Já os que acreditam que a gestão é ruim/péssima ficou na casa dos 55%. 

Com 31% ficou o público que acredita em um governo regular. Não responderam à pesquisa, realizada a pedido da Confederação Nacional da Indústria (CNI), 4%. O estudo contou com a participação de duas mil pessoas, entre 16 e 19 de março.

De acorco com o Bahia.Ba, a desaprovação de Temer saltou 3%. No último levantamento, o peemedebista apareceu com aprovação de 13%, enquanto 46% consideravam o governo “ruim/péssimo” e 35%, “regular” – à época, 6% não souberam opinar ou não responderam.

Fonte: Noticias ao Minuto

quarta-feira, 29 de março de 2017

Ciro Gomes desafia o juiz Sérgio Moro a prendê-lo e diz que o receberá na bala

Sem papas na língua e do tipo de nordestino que não leva almoço pra janta, o ex-ministro da Integração Nacional no governo Lula, Ciro Gomes (PDT) – e provável pré-candidato a presidente para as eleições de 2018, em vídeo, desafiou o juiz Sérgio Moro a prendê-lo e garantiu que recebe “a turma de Moro na bala”.

Hoje esse Moro resolveu prender um blogueiro. Ele que mande me prender, eu recebo a turma dele na bala”, disse Gomes. Confira no vídeo abaixo:


Fonte:Feitosa Costa

PESQUISA BRVOX PARA GOVERNADOR: W.Dias 49%, Firmino 9,3% e Wilsão 5%


Se conseguir manter o ritmo, Wellington Dias (PT) tem tudo para vencer com folga em 2018, quando disputará a reeleição para governo do Estado. Em pesquisa BrVox, encomendada pelo 180graus, o petista aparece com 49,08% das intenções de voto, com boa vantagem do segundo colocado no levantamento estimulado, o prefeito de Teresina Firmino Filho (PSDB), que somou 9,31%.
O terceiro melhor na pesquisa é o ex-governador Wilson Martins (PSB), que já deixou bem claro seu desejo pela disputa majoritária. Somou 5% das intenções de voto entre os 1.300 entrevistados. Em seguida aparece Sílvio Mendes (PP), com 4,15%.
Os peemedebistas Elmano Férrer, com 3,77%, e Marcelo Castro, somando 2,62%, estão melhor na pesquisa do que o ex-senador João Vicente Claudino, ainda sem partido. Somando 1,92% das intenções de voto, ele seria uma das apostas da oposição para disputar contra W.Dias, justamente por estar afastado da política.
Mesmo com o distanciamento, é melhor que Ciro Nogueira (PP). Somente 1,46% disseram que votariam no senador, caso ele seja candidato em 2018. Dos nomes sondados na pesquisa, o de João Henrique Sousa (PMDB), foi preferência de apenas 6 pessoas entrevistadas, o que corresponde a 0,46%. Na oposição, ele não concorda com a aproximação entre seu partido e o governo W.Dias, e aposta que este namoro não vá durar até 2018.
Os indecisos somaram 15,77%, e os que responderam Nenhum/Nulo/Branco, 6,46%.

CONFRONTOS DIRETOS
O BrVox simulou cinco possíveis embates para 2018, e em todos os cenários do governador Wellington Dias aparece com vantagem, obtendo mais de 50% da preferência entre os entrevistados. A vantagem é menor quando o confronto é com Firmino Filho. O atual governador soma 58,69%, contra 18% do prefeito da capital. Indecisos são 7,15% e Nenhum/Nulo/Branco, 16,15%.

Os números sustentam a tese, de setores da oposição, de que Firmino seria o melhor nome para enfrentar o governador nas próximas eleições. O prefeito não demonstra publicamente vontade pela disputa. Além disso, mantém bom relacionamento com o governador, apesar do PSDB se manter na oposição.
Sílvio Mendes tem o segundo melhor desempenho contra W.Dias, quando simulados os confrontos diretos. O médico obteve percentual de 13,31%, contra 61,54% do governador petista. Recém filiado ao PP, Sílvio foi anunciado com festa. Mas os propósitos de Ciro com o ex-tucano chegando ao seu partido, ainda não ficaram bem claros. Neste cenário, 8,85% responderam Não Sabe/Não Opina, e 16,31% disseram Nenhum/Nulo/Branco.
O ex-governador Wilsão somou 12,08% na simulação de embate direto com Dias. O petista manteve a média, obtendo 61,31% de preferência. Contra Ciro e João Vicente Claudino, o governador obteve preferência de 62,69% e 63,08%, respectivamente.
A pesquisa BrVox foi realizada entre os dias 22 e 27 de março - finalizada ao meio dia desta segunda-feira - e ouviu eleitores de 46 cidades, incluindo Teresina. A margem de erro é de 2,79%, e o nível de confiança é de 95%.
180graus

sábado, 25 de março de 2017

Vazamentos mostram um ‘país de trambiques’, diz presidente do TSE

Gilmar Mendes defende apuração da divulgação de depoimentos de ex-executivos da Odebrecht sob sigilo na ação que pode cassar a chapa Dilma-Temer
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, criticou nesta sexta-feira o vazamento dos depoimentos sigilosos prestados por executivos da Odebrecht nas ações que pedem a cassação da chapa formada em 2014 por Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (PMDB).

“Eu exijo que nós façamos a devida investigação nesses vazamentos lamentavelmente ocorridos. Isso fala mal das instituições. É como se o Brasil fosse um país de trambiques“, disse ao participar de um seminário sobre reforma política no TSE.

Na quinta-feira, o relator das ações no tribunal, ministro Herman Benjamin, autorizou investigações sobre o vazamento atendendo a um pedido feito pelos advogados de Dilma – em depoimento vazado, o ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht Alexandrino Alencar relatou pagamentos de caixa 2 para a campanha da petista em 2014.

Mendes disse que todas as providências serão tomadas e voltou a criticar os vazamentos de informações sigilosas em outras investigações, como as da Operação Lava Jato.”Acho que em todos os setores isso tem que ser feito. Vazamento feito por autoridade pública é crime. Tem que ser investigado e nós vamos investigar aqui”, afirmou.

Na terça-feira, Mendes provocou polêmica ao defender que documentos e depoimentos sob sigilo que forem vazados sejam descartados como provas nos processos. “Eu mesmo me manifestei publicamente sobre este lamentável fenômeno em mais de uma oportunidade. Cheguei a propor no final do ano passado o descarte de material vazado, uma espécie de contaminação de provas colhidas licitamente, mas divulgadas ilicitamente. E acho que nós deveríamos considerar este aspecto”, disse o ministro. 



Ele ainda acusou a Procuradoria-Geral da República de promover entrevistas coletivas em off (quando a fonte fica sob anonimato) para vazar informações a jornalistas. “Não há nenhuma dúvida de que aqui está narrado um crime. A Procuradoria não está acima da lei. E é grande a nossa responsabilidade, sob pena de transformarmos este tribunal num fantoche”, disse.



Eu exijo que nós façamos a devida investigação nesses vazamentos lamentavelmente ocorridos. Isso fala mal das instituições. É como se o Brasil fosse um país de trambiques

Gilmar Mendes, presidente do TSE 

A declaração irritou o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que, no dia seguinte, rebateu a acusação e acusou o ministro de promover “disenteria verbal” e sofrer de “decrepitude moral” ao fazer insinuações contra o trabalho da PGR. “Só posso atribuir tal ideia a mentes ociosas e dadas a devaneios, mas, infelizmente, com meios para distorcer fatos e desvirtuar instrumentos legítimos de comunicação institucional. É uma mentira que beira a irresponsabilidade afirmar que realizamos na Procuradoria-Geral da República coletiva de imprensa para “vazar” nomes da Odebrecht”, afirmou Janot.




Fonte: Veja (Com Estadão Conteúdo)

Temer pede ao TSE divisão de chapa e anulação de delações

Na defesa final encaminhada ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na ação que pede a cassação da chapa Dilma Rouseff-Michel Temer, o atual presidente defende a separação das condutas e a anulação dos depoimentos de ex-executivos da Odebrecht.
Na peça, os advogados do peemedebista argumentam que o ministro Herman Benjamin, relator da matéria, decidiu convocar os colaboradores "sem requerimento de qualquer das partes e do Ministério Público" e fundamentou a ação em "'indicativos extraídos da mídia escrita', resultado de vazamento ilegal das informações".
Para a defesa, os dois pontos implicam a nulidade das oitivas.
"Os abusos praticados no exercício dos poderes instrutórios pelo relator da ação, além de revelar comprometimento de sua imparcialidade, resultam na inadmissibilidade dessas provas, dada a sua ilicitude", escrevem os advogados.
Eles reconhecem que os depoimentos -em especial os de Marcelo Odebrecht e Claudio Mello Filho- criam "situações com alguma possibilidade de influenciar no julgamento", mas argumentam que os fatos não têm relação com o pedido inicial do PSDB, autor da ação no TSE.
"A inicial não menciona ou sequer insinua que os partidos políticos tenham aderido à campanha de Dilma em 2014 mediante qualquer ilícita contrapartida em dinheiro. Também não há nada sobre o pagamento de João Santana-Monica Moura. Trata-se de tema estranho à inicial", escrevem os advogados, sobre as principais revelações feitas pelos ex-executivos.
Sobre a divisão da responsabilidade, os advogados argumentam que, como Temer optou pela abertura de uma conta separada como candidato a vice-presidente, "tem o direito de ter sua conduta individualizada".
Dizem que a Constituição prevê que a eleição do presidente implica a do vice, mas não que a destituição de um acarreta a do outro. "Trata-se de uma única porta de entrada, mas de saídas diferentes."
A ação que pede a cassação da chapa Dilma-Temer foi protocolada pelo PSDB no fim de 2014. Nesta sexta-feira (24) encerrou-se o prazo para a apresentação das alegações finais das defesas. Agora, Benjamin vai finalizar seu relatório e liberar o caso para julgamento.
A defesa é assinada pelos advogados Gustavo Bonini Guedes, Marcus Vinicius Furtado Coêlho e Paul

 Com informações da Folhapress.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Gilmar Mendes pede investigação de vazamentos no TSE e compara anistia ao caixa 2 à repatriação de recursos


Para o ministro do STF, vazamento feito por autoridades é crime – Edilson Dantas / O Globo

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, disse nesta sexta-feira que é preciso investigar vazamentos de depoimentos da Odebrecht no processo que corre no TSE para apurar supostas ilegalidades nas contas da chapa Dilma-Temer. O ministro participou do Seminário Reforma Política e Eleitoral no Brasil e, ao final do evento, perguntado por jornalistas defendeu o debate sobre a anistia do Caixa 2.

Com relação à anistia ao caixa 2, Gilmar não chegou a corroborar a proposta — que até agora não foi assumida por nenhum deputado — , mas tratou de tentar desmistificar o debate.

— O Congresso tem aprovado várias anistias. O Congresso votou a anistia da repatriação, que fez com que muita gente trouxesse dinheiro de fora, que tinha provavelmente crime fiscal. E ninguém está dizendo que essa anistia é inconstitucional. Esse é um debate que tem que se travar num momento oportuno — afirmou.

Segundo Gilmar, tem que se investigar tudo, senão fica parecendo que o Brasil é um país de “trambiques”. Para ele, vazamento feito por autoridades é crime.

— Eu exijo que nós façamos a devida investigação nesses vazamentos lamentavelmente ocorridos. Isso fala mal das instituições. É como se o Brasil fosse um país de trambiques. Ninguém pode fazê-lo, nem procuradores, nem juízes, nem ninguém, do contrário a lei diria que o processo seria público. É preciso prestar à lei a devida seriedade — afirmou.

Ao longo de toda a sua fala no seminário, Gilmar disse que a reforma política tem que ser feita ainda este ano, pois o Brasil se encontra em um “beco sem saída”. Ele pontuou que até as últimas eleições presidenciais, “montanhas de dinheiro” eram doadas, mas ponderou que não se deve pressupor que as relações de políticos com empresas têm o elemento da corrupção.

E lembrou que as doações de empresas a políticos eram permitidas até o fim de 2015. O ministro afirmou que faz parte da atividade parlamentar manter relações com empresas e que ele funciona como uma espécie de “despachante de luxo”, mas não tem a caneta na mão para nomear ninguém em postos de estatais, por exemplo.

— O deputado, o parlamentar dá telefonemas, como um certo despachante de luxo, mas não é função dele nomear alguém para a Petrobras. O ato de ofício passa muito longe dele. Isso significa que se seguirmos nessa toada, qualquer doação que se faça a um político vamos perguntar: qual foi o móvel (o que motivou) ? É normal que apoiadores apoiem um determinado politico por alguma coisa, por suas posições, mas isso não é corrupção, é liberdade de expressão. Estamos numa selva em termos de organização mental — afirmou.

CRÍTICAS ÀS DEZ MEDIDAS

Em sua palestra, o ministro voltou a tecer críticas ao projeto de dez medidas contra à corrupção. Segundo ele, elas foram muito mal feitas e têm um viés autoritário.

— As dez medidas muitas delas eram ruins, mal feitas. Uma delas acabava com o habeas corpus. Quem propôs isso tinha espírito autoritário. O sujeito pensa que suprimir habeas corpus vai atingir bandido, até que ele seja preso e precise dele — alfinetou.


O Globo


Átila Lira, que votou contra Dilma, tem contas bancárias e bens indisponíveis por improbidade

O juiz federal Adonias Ribeiro de Carvalho Neto, da 3ª Vara Federal, decretou a indisponibilidade de bens do deputado federal Átila Lira, acusado de improbidade administrativa no processo que apura o desvio de R$ 19,68 milhões da Educação. 

Átila Lira é um dos parlamentares da bancada federal do Piauí no Congresso que votaram pelo impeachment da presidente Dilma, em 19 de abril de 2016, e pela terceirização irrestrita, na quarta-feira passada (22/3).

A decisão, assinada em 06 de fevereiro de 2017, torna indisponíveis os bens e valores – depósitos em contas bancárias, veículos automotores, embarcações, aviões e imóveis – pertencentes ao deputado Atila Lira (PSB e a João Alves de Moura Filho, ex-gerente da Unidade de Gestão de Rede Física e Fiscal; José Raimundo Costa Cardoso da Silva, ex-diretor da Unidade da Rede Física, e Delano de Oliveira Parente Sousa, representante da Construtora Maraci, até alcançar o montante do prejuízo causado ao erário público.

Átila Lira era secretário de Estado da Educação, em 2009, quando houve a irregularidade. O Ministério Público Federal denunciou irregularidades no convênio n° 657695/2009, celebrado entre a Secretaria da Educação do Estado e o Ministério da Educação no valor de R$ 19.680.921,04 (dezenove milhões, seiscentos e oitenta mil, novecentos e vinte e um reais e quatro centavos).

O secretário foi acusado de autorizar pagamentos no valor de R$ 70.845,88 por serviços não executados; cometer impropriedades na Concorrência Nacional n°01/201, habilitando empresas sem capacidade técnico operacional para execução dos serviços; desobediência ao convenio, por não oferecer a contrapartida financeira do Estado de R$190.840,36 e ainda se omitir da cobrança de recolhimentos previdenciários dos trabalhadores da Construtora Maraci.

O deputado federal Átila Lira estava em Brasília e não foi localizado para comentar a decisão da Justiça Federal.
Fonte:Piauihoje

quinta-feira, 23 de março de 2017

Sete deputados federais do Piauí votaram a favor da terceirização irrestrita

O deputado federal Assis Carvalho (PT) foi o único - dos dez representantes do Piauí na Câmara dos Deputados - a votar contra o Projeto de Lei (PL) 4.302/1998, de autoria do Executivo, que autorizou a terceirização irrestrita para todas as atividades - meio e fim - das empresas públicas e privadas. Foram 231 votos a favor, 188 contra e 8 abstenções. Votaram a favor os deputados federais piauienses Átila Lira (PSB), Iracema Portella (PP), Júlio César (PSD), José Maia Filho (PP), Paes Landim (PTB), Rodrigo Martins (PSB) e Silas Freire(PR). Não votaram Heráclito Fortes (PSB) e Marcelo Castro (PMDB).

O projeto, que já havia sido aprovado pelo Senado, seguirá para sanção presidencial.

A oposição tentou obstruir os trabalhos e a obstrução só foi retirada após acordo para que fosse feita a votação nominal do projeto e simbólica dos destaques. O acordo foi costurado entre o líder do governo, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), e parte da oposição.

Pelo projeto, as empresas poderão terceirizar também a chamada atividade-fim, aquela para a qual a empresa foi criada. A medida prevê que a contratação terceirizada possa ocorrer sem restrições, inclusive na administração pública.

Atualmente a legislação veda a terceirização da atividade-fim e prevê a adoção da prática em serviços que se enquadrem como atividade-meio, ou seja, aquelas funções que não estão diretamente ligadas ao objetivo principal da empresa.

O projeto que foi aprovado pelo plenário da Câmara também modifica o tempo permitido para a contratação em regime temporário dos atuais três meses para 180 dias, “consecutivos ou não, autorizada a prorrogação por até 90 dias, consecutivos ou não, quando comprovada a manutenção das condições que o ensejaram”, diz o projeto.

Decorrido esse prazo, o trabalhador só poderá ser contratado novamente pela mesma empresa após 90 dias do término do contrato anterior. O texto estabelece a chamada responsabilidade subsidiária da empresa contratante em relação aos funcionários terceirizados.

A medida faz com que a empresa contratante seja “subsidiariamente responsável pelas obrigações trabalhistas referentes ao período em que ocorrer o trabalho temporário e em relação ao recolhimento das contribuições previdenciárias”, diz o texto.

Os principais mudanças:

* A terceirização poderá ser aplicada a qualquer atividade da empresa. Por exemplo: uma escola poderá terceirizar faxineiros (atividade-meio) e professores (atividade-fim).

* A empresa terceirizada será responsável por contratar, remunerar e dirigir os trabalhadores.

* A empresa contratante deverá garantir segurança, higiene e salubridade dos trabalhadores terceirizados.

* O tempo de duração do trabalho temporário passa de até três meses para até 180 dias, consecutivos ou não.

* Após o término do contrato, o trabalhador temporário só poderá prestar novamente o mesmo tipo de serviço à empresa após esperar três meses.

Votaram a favor da terceirização: 

* Átila Lira (PSB) 
* Iracema Portella (PP) 
* Júlio César (PSD) 
* José Maia Filho (PP) 
* Paes Landim (PTB) 
* Rodrigo Martins (PSB) 
* Silas Freire (PR). 

Não votaram 

* Heráclito Fortes (PSB) 
* Marcelo Castro (PMDB).

Portal do Águia /Com informações da Agência Brasil

terça-feira, 21 de março de 2017

Falta de deputado vai custar R$ 800 e será descontada, avisa Themístocles Filho

A partir de terça-feira (21), deputado que faltar terá desconto no salário, como todo trabalhador
Plenário vazio vai ser coisa do passado a partir desta terça-feira (21) na Assembleia Legislativa do Piauí. O presidente da Casa, deputado Themístocles Filho (PMDB), avisou que todas as faltas apartir de agora serão descontadas dos salários dos parlamentares que deixarem de comparecer às sessões - e não justificarem as ausências - principalmente às terças e quintas-feiras, que são deliberativas.

Segundo Themístocles Filho uma das obrigações do deputado é comparecer às sessões, às reuniões das comissões técnicas, de segunda a quinta-feira. Os deputados têm a sexta-feira, o sábado e o domingo para visitas às bases, aos municípios onde são votados.

“A obrigação do deputado é estar todos os dias na Assembleia Legislativa. O que não pode é o deputado, estando em Teresina, não comparecer às sessões. E a partir de amanhã, cada falta terá um desconto de R$ 800” avisou Themístocles Filho.

Fonte:Alepi

sábado, 18 de março de 2017

Janot quer investigação contra cinco governadores, diz TV

Além de cinco ministros do governo Michel Temer e parlamentares importantes da Câmara e do Senado, como os presidentes das Casas, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Eunício Oliveira (PMDB-CE), o procurador-geral da República Rodrigo Janot entregou ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedidos de abertura de inquérito contra pelo menos cinco governadores e mais um ministro de Temer a partir das 77 delações premiadas dos executivos do Grupo Odebrecht. Os depoimentos dos delatores e a lista enviada por Janot seguem em sigilo no STF.

Segundo o Jornal Nacional veiculou na noite desta quarta-feira, Luiz Fernando Pezão (PMDB), do Rio de Janeiro, Fernando Pimentel (PT), de Minas Gerais, Beto Richa (PSDB), do Paraná, Tião Viana (PT), do Acre, e Renan Filho (PMDB), de Alagoas, estão na “lista de Janot”.

O ministro da Indústria e Comércio, Marcos Pereira (PRB), também está entre os políticos contra quem o procurador-geral pretende abrir inquérito, de acordo com a reportagem.

O jornal divulgou os nomes de mais nove parlamentares que Janot que investigar: os senadores Marta Suplicy (PMDB-SP), Lindbergh Farias (PT-RJ), Jorge Viana (PT-AC) e Lídice da Mata (PSB-BA); e os deputados federais Marco Maia (PT-RS), Andrés Sanchez (PT-SP), Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), José Carlos Aleluia (DEM-BA) e Paes Landim (PTB-PI). 



De acordo com o Jornal Nacional, Rodrigo Janot entregou ao STF nomes de mais sete políticos sem foro privilegiado e que, por isso, terão os casos analisados por instâncias inferiores na Justiça: o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB), preso em Bangu 8 desde novembro, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso em Curitiba desde outubro, o prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira (PSDB), o prefeito de Araraquara, Edinho Silva (PT), o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf (PMDB), e o ex-assessor da ex-presidente Dilma Rousseff Anderson Dornelles.

Os nomes são citados nas 320 peças encaminhadas por Rodrigo Janot ao STF na última terça-feira. Dessas, 83 são pedidos de abertura de inquérito, 211 declínios de competência, 7 arquivamentos e 19 outras providências, que podem ser mandados de prisão, busca e apreensão, colheita de novos depoimentos, quebra de sigilo, bloqueio de bens, entre outras diligências.

O relator da Operação Lava Jato no Supremo, ministro Edson Fachin, deve decidir nos próximos dias se instaura ou não as investigações. Devido a procedimentos burocráticos, as petições devem demorar pelo menos três dias para chegar às mãos de Fachin.

Veja abaixo os 38 nomes já conhecidos da “lista de Janot” entregue ao STF:

Governadores:

Luiz Fernando Pezão (PMDB), do Rio de Janeiro;

Fernando Pimentel (PT), de Minas Gerais;

Beto Richa (PSDB), do Paraná;

Tião Viana (PT), do Acre;

Renan Filho (PMDB), de Alagoas.



Ministros do governo Temer:

Eliseu Padilha (PMDB), da Casa Civil;

Moreira Franco (PMDB), da Secretaria-Geral da Presidência;

Gilberto Kassab (PSD), das Comunicações;

Bruno Araújo (PSDB), das Cidades;

Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), das Relações Exteriores;

Marcos Pereira (PRB), da Indústria e Comércio.



Senadores:

Eunício Oliveira (PMDB-CE), presidente do Senado;

Romero Jucá (PMDB-RR);

Renan Calheiros (PMDB-AL);

Edison Lobão (PMDB-MA);

Marta Suplicy (PMDB-SP);

Aécio Neves (PSDB-MG);

José Serra (PSDB-SP);

Lindbergh Farias (PT-RJ);

Jorge Viana (PT-AC);

Lídice da Mata (PSB-BA).



Deputados federais:

Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara;

Marco Maia (PT-RS);

Andrés Sanchez (PT-SP);

Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA);

José Carlos Aleluia (DEM-BA);

Paes Landim (PTB-PI).



Políticos sem foro privilegiado:

Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ex-presidente;

Dilma Rousseff (PT), ex-presidente;

Antonio Palocci (PT), ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil;

Guido Mantega (PT), ex-ministro da Fazenda;

Geddel Vieira Lima (PMDB), ex-ministro da Secretaria de Governo;

Sérgio Cabral (PMDB), ex-governador do Rio de Janeiro;

Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ex-deputado federal;

Duarte Nogueira (PSDB), prefeito de Ribeirão Preto (SP);

Edinho Silva (PT), prefeito de Araraquara (SP);

Paulo Skaf (PMDB), presidente da Fiesp;

Anderson Dornelles, ex-assessor de Dilma Rousseff.



Fonte: Veja 

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