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domingo, 25 de junho de 2017

Kim do Caranguejo estende atendimentos do CAPS à zona rural de Luís Correia

A Prefeitura de Luís Correia, através da Secretária Municipal de Saúde iniciou um trabalho na Zona Rural da cidade, contemplando um maior número de pessoas que procuram serviços de saúde. O Projeto CAPS itinerante chega para beneficiar dezenas de pessoas que antes não eram contemplados com os serviços. 
Os moradores da comunidade Baixa do Carpina receberam diversos atendimentos e atenção de médico, enfermeiros, psicólogos, visitas domiciliares e orientações. O Secretário Municipal de Saúde destaca a importância do trabalho nas comunidades carentes e lembra o pedido do Prefeito Kim do Caranguejo em melhorar diariamente a saúde pública do município. 
“A determinação do Prefeito Kim do Caranguejo é que possamos diariamente melhorar a saúde pública de Luís Correia, sabemos e conhecemos nossas limitações mais são notórios os avanços que já alcançamos nos primeiros meses de administração. Esperamos que todas as falhas sejam corrigidas para que possamos atender com qualidade e eficiência nosso povo” disse o Secretário Pedro Júnior. 

Carta ao leitor: A corrupção e a democracia

Agora, a Lava-Jato faz mal à democracia. Sim, a mais recente onda de ataques à maior investigação de corrupção na história do Brasil agora desfila o argumento de que estamos fazendo mal ao regime democrático. Não é exatamente recente, mas o coro engrossou.

Na semana passada, o atual ministro da Justiça do presidente Michel Temer, Torquato Jardim, em entrevista ao jornal Valor Econômico, disse que a Lava-Jato é uma amea­ça à democracia, na medida em que está “desfazendo a classe política”. Também na semana passada, Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal, a voz mais insistente contra o que considera abusos da Lava-­Jato, afirmou em palestra no Recife que o país precisa evitar o risco de “despencar para um modelo de Estado policial”. Disse Mendes: “Expandiu-se demais a investigação, além dos limites”.

E chegou a ser aplaudido.

O que Torquato Jardim e Gilmar Mendes denunciam hoje, o PT e os petistas denunciavam ontem. Em outubro do ano passado, quando já era ex-ministro da Justiça do governo Dilma Rousseff, Eugênio Aragão deu entrevista em que dizia que a Lava-Jato “faz mal à democracia brasileira” porque os poderes vinham sendo exercidos “sem limites” — o mesmo problema dos “limites” de Gilmar Mendes. Em março deste ano, o PT promoveu um seminário para discutir o impacto da Lava-Jato e concluiu, entre outras coisas, que a operação era uma ameaça à democracia, pois enxergava nas investigações uma escalada de um Estado autoritário e de exceção.

É forçoso notar que há uma sintonia, mas também há uma diferença. As autoridades que hoje denunciam os males que a Lava-Jato causa à democracia brasileira acompanham uma mudança da própria operação. Antes, concentrada em Curitiba nas mãos do juiz Sergio Moro, a Lava-Jato tinha como alvos preferenciais assessores de segundo escalão e políticos sem foro privilegiado. Agora, conforme se transfere para Brasília, porque a operação passou a mirar em autoridades ainda no exercício do cargo e, portanto, beneficiárias do foro privilegiado, os protestos permanecem iguais — mas mudam seus autores.

Só isso já mostra o oportunismo das críticas, mas mostra algo mais: é também um equívoco monumental. O combate à corrupção não fere a democracia. É o contrário: a democracia, associada à liberdade de imprensa, é o elemento que permite e viabiliza o combate à corrupção — o qual, num círculo virtuoso, fortalece o próprio regime democrático.

Nesse sentido, a voz que não mudou de lado continua sendo a do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Na semana passada, diante do bombardeio de críticas à Lava-Ja­to e das insinuações de agressões à democracia, Janot disse o seguinte: “Basta de hipocrisia. Não há mais espaço para a apatia. Ou caminhamos juntos contra essa vilania que abastarda a política ou estaremos condenados a uma eterna cidadania de segunda classe, servil e impotente contra aqueles que deveriam nos representar com lealdade”.

Fonte:VEJA 

sábado, 24 de junho de 2017

Moro sentenciará Lula a 22 anos de prisão, diz revista

De acordo com matéria divulgada pela Revista Istoé, conforme apuração feita pela equipe do periódico a membros da força tarefa da Lava Jato, o juiz Sérgio Moro, da 13ª vara Federal de Curitiba (PR), prepara a condenação do ex-prefeitura Lula (PT) sobre o caso do triplex no Guarujá. Pelas informações da Istoé, o petista receberá uma sentença de 22 anos de prisão.

Ainda segundo a revista, o roteiro já foi definido. No itinerário do magistrado apenas uma etapa o separa do anúncio da sentença do ex-presidente petista: a definição da pena ao intermediário da propina, Antonio Palocci.

Por Redação BNews 

sábado, 17 de junho de 2017

Joesley Batista refirma acusação contra Temer ao depor na PF

O empresário Joesley Batista, um dos donos da empresa JBS, prestou depoimento à Polícia Federal na manhã desta sexta-feira (16), em Brasília, no inquérito que investiga o presidente Michel Temer e o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures.

À PF, Joesley Batista, delator da Operação Lava Jato, "reforçou a verdade dita no depoimento por ocasião da colaboração, apenas a verdade dos fatos, ou seja, confirmou o que já foi dito e provado", segundo informação da defesa.

Temer e Loures são investigados no inquérito por organização criminosa, obstrução de justiça e corrupção passiva com base na delação do empresário. O Supremo Tribunal Federal deu prazo até segunda-feira (19) à PF para conclusão do inquérito.

Há expectativa de que na próxima semana o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresente ao STF denúncia contra o presidente, que, para ser analisada pelo tribunal, necessitará de autorização do plenário da Câmara dos Deputados.

Batista afirmou na delação que deu dinheiro para Loures – parte do qual seria supostamente destinado a Temer – com a intenção de ser favorecido pelo governo. A PF filmou o ex-deputado, ex-assessor especial do presidente, saindo de um restaurante em São Paulo com uma mala com R$ 500 mil em dinheiro.

Joesley Batista também registrou, com um gravador escondido, conversa com Temer na noite de 7 de março, na residência oficial do Palácio do Jaburu, na qual disse que pagava mesada ao ex-deputado Eduardo Cunha para que ele permanecesse em silêncio. Na interpretação da Procuradoria Geral da República, Temer deu "anuência" a esses pagamentos. Cunha nega ter recebido.Fonte: G1

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Wellington já conversou com promotores sobre nomeação

O governador Wellington Dias espera definior, já na próxima semana, quem será o novo procurador-geral de Justiça do Estado. Wellington Dias afirmou que já conversou com os três promotores de Justiça eleitos mno dia 12 de junho passado, mas desconversou ontem (15), sobre quem será o novo chefe do MPE-PI.

Ao chegar em Pedro II, para abertura do 14ª Edição do Festival de Inverno do município, Wellington Dias conversou com os jornalistas. “Eu tive a oportunidade de receber e ouvir os três candidatos, que são três nomes bem conceituados, e sempre há uma dificuldade na hora da escolha”, admitiu.

Wellington Dias afirmou que até sexta-feira (23) o nome do novo procurador-geral já será conhecido. “Quero essa semana estar fazendo essa definição. Não posso antecipar nomes, pois ainda vou fazer alguns diálogos, E vou estar viajando neste final de semana ao interior”, tangenciou.

O Ministério Público do Estado do Piauí encaminhou, no começo da semana, ao governador Wellington Dias a lista tríplice para escolha do Procurador-Geral de Justiça (biênio 2017-2019). Dos oitos candidatos que disputaram as eleições, ocorridas no dia 12, das 8h às 15h, os mais votados foram os promotores de Justiça Cleandro Moura, que concorre à reeleição e foi o mais votado; Paulo Rubens e Hugo Cardoso.

Wellington Dias tinha dez dias de prazo para nomear o novo procrador-geral de Justiça do Estado: 

1° - Cleandro Moura – 106 votos

2° - Paulo Rubens – 91 votos

3º - Hugo Cardoso – 82 votos

4º - Eny Marcos – 48 votos

5º - Elói Pereira – 46 votos

6º - Zélia Saraiva – 42 votos

7º - Antônio Moura – 29 votos

8º - Hosaías Matos – 14 votos

Fonte: Paulo Pincel

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Senador defende suspensão das reformas por instabilidade no governo


Em pronunciamento nesta quarta-feira (14), o líder do PT no Senado, Lindbergh Farias (RJ) criticou as reformas trabalhista e previdenciária propostas pelo governo e destacou o clima de incerteza e instabilidade com a iminência da apresentação de denúncia da Procuradoria-Geral da República contra Michel Temer junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). Para o senador, o mandato do presidente está ameaçado.

— Uma denúncia que fala sobre organização criminosa, corrupção passiva. E a Câmara dos Deputados vai ter que autorizar a abertura do processo contra o presidente da República. O Brasil vai parar. Primeiro, eu não tenho certeza de que o Temer consiga ter os 172 votos. Não é fácil, porque o deputado sabe que vai ter um prejuízo político grande na sua base eleitoral, porque menos de 3% dos brasileiros apoiam o presidente. É a maior rejeição da história, que vai aumentar ainda depois da denúncia — avaliou.

Para Lindbergh, a reforma da Previdência e a reforma trabalhista vão prejudicar principalmente os trabalhadores mais pobres. Ele voltou a denunciar a anistia de R$ 10 bilhões da dívida previdenciária para latifundiários, além de R$ 24 bilhões para o "megarrefis", que favorece grandes bancos e grandes empresas.

— Com essas duas reformas, nós estamos tirando dinheiro das mãos dos pobres e isso vai ter um impacto violentíssimo na economia brasileira. E acho, sinceramente, que nós tínhamos que parar a tramitação dessas reformas. Não vai haver clima — um presidente denunciado — para que continuemos votando reforma trabalhista, reforma da Previdência, para tentar passar um ar de normalidade que não existe. Nós estamos caminhando para um grande impasse político — ressaltou.

Fonte: Agência Senado

segunda-feira, 12 de junho de 2017

MPF recorre ao STF contra decisão do TSE em julgamento da chapa Dilma-Temer

O Ministério Público Federal (MPF) decidiu recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) na tentativa de derrubar a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que absolveu a chapa Dilma-Temer. A informação é do colunista da revista Época, Diego Escosteguy.
A chapa eleita em 2014 era acusada em uma ação movida pelo PSDB de abuso de poder político e econômico. Em uma votação apertada, por 4 a 3, o TSE rejeitou a ação.

Por Bocãonews

sexta-feira, 9 de junho de 2017

TSE rejeita cassação da chapa Dilma-Temer por 4 votos a 3

Voto que desempatou o julgamento foi o do ministro Gilmar Mendes

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) absolveu nesta sexta-feira (9), por 4 votos a 3, a ex-presidente Dilma Rousseff e o presidente Michel Temer da acusação de abuso de poder político e econômico na campanha de 2014.

A maioria dos ministros considerou que não houve lesão ao equilíbrio da disputa e, com isso, livrou Temer da perda do atual mandato e Dilma da inegibilidade por 8 anos.

A ação julgada pelo TSE foi apresentada pelo PSDB após a eleição de 2014 e apontava mais de 20 infrações supostamente cometidas pela coligação “Com a Força do Povo”, encabeçada por PT e PMDB.

A principal era a suspeita de que empreiteiras fizeram doações oficiais com o pagamento de propina por contratos obtidos na Petrobras, além de desvio de dinheiro pago a gráficas pela não prestação dos serviços contratados.

Dos sete ministros da Corte, quatro absolveram a chapa: o presidente da Corte, Gilmar Mendes, que encerrou o julgamento e desempatou o placar pela absolvição. Ele seguiu os votos dos ministros Napoleão Nunes Maia, Admar Gonzaga e Tarcisio Vieira Carvalho.

No voto, Mendes disse que cassação de mandato só deve ocorrer em “situações inequívocas” e que o tribunal não existe para resolver crise política, argumentando em favor da “estabilidade”.

“Não se substitui um presidente da República a toda hora. A Constituição valoriza a soberania popular, a despeito dos valores das nossas decisões. Mas é muito relevante. A cassação de mandato deve ocorrer em situações inequívocas”, afirmou.

O ministro disse que os fatos apurados no processo poderiam contaminar disputas realizadas desde 2006, que elegeram o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e depois deram a Dilma seu primeiro mandato.

O ministro disse querer o combate à corrupção, mas defendeu para isso uma reforma no sistema político.
Julgamento da chapa Dilma-Temer
Quanto às acusações, Gilmar Mendes considerou que o processo extrapolou o que havia inicialmente na ação do PSDB, com a inclusão de depoimentos de executivos da Odebrecht.

O julgamento da chapa, que começou em abril deste ano, foi retomado nesta semana com os votos do relator, Herman Benjamin, e dos demais ministros da Corte. Também se manifestaram os advogados das partes (defesa e acusação) e o Ministério Público Eleitoral.

Votaram pela absolvição: Napoleão Nunes Maia Filho; Admar Gonzaga; Tarcisio Vieira de Carvalho Neto; Gilmar Mendes

Votaram pela condenação: Herman Benjamin, relator do caso; Luiz Fux; Rosa Weber
Fonte: G1

Piloto confirma versão de Joesley sobre voo com Temer e Marcela

O piloto do voo que levou a família do então vice-presidente Michel Temer de Comandatuba, na Bahia, a São Paulo confirmou ao GLOBO a versão contada por Joesley Batista à Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre o empréstimo do Learjet PR-JBS ao político, em janeiro de 2011. Piloto de avião há 33 anos, José de Oliveira Cerqueira, de 61 anos, disse ter entregado pessoalmente a Marcela Temer um buquê de flores em sua chegada à aeronave.
— Mandaram entregar as flores no avião. A própria empresa me orientou a informar que quem enviou foi dona Flora — disse o piloto, numa referência à matriarca da família Batista, mãe de Joesley.
Cerqueira conta ter deixado de prestar serviços para a empresa naquele mesmo ano. Desde então, teria perdido contato com os antigos patrões da JBS.
Em nota oficial, Temer negou que soubesse quem era o proprietário da aeronave que o levou de São Paulo até o litoral baiano com a família, em 12 de janeiro de 2011 e, na tarde do mesmo dia, o levou até Brasília. O avião decolou dois dias depois de São Paulo rumo à Bahia, para buscar os parentes do então vice-presidente.
A versão de Temer contradiz o relato de Joesley, que contou aos procuradores ter recebido uma ligação do então vice-presidente perguntando sobre o envio de flores na aeronave e para agradecer pela gentileza, segundo fontes com acesso às investigações.
Cerqueira conta não ter sido informado previamente sobre quem seriam os passageiros do voo. Afirma que tem poucas lembranças, já que a viagem “aconteceu há mais de seis anos, isso é muito tempo”. O GLOBO perguntou, então, se tratou com os passageiros sobre temas relacionados aos donos da aeronave, mas ele disse não se lembrar.
— Sempre que tem um voo, nós tripulantes ficamos sabendo muito em cima da hora quem são os passageiros. Nesse, foi do mesmo jeito. Então, eu não posso afirmar o que o presidente e a família sabiam, o que se falou dentro do avião, porque a gente não tem esse acesso.
Cerqueira disse ter registrado no diário de bordo da aeronave os trechos percorridos e anotado também quem eram os passageiros. Documentos entregues à PGR pelos colaboradores da JBS trazem a anotação “Família sr. Michel Temer”, em viagens dos dois dias. O piloto conta ter se lembrado da história apenas nesta semana, depois que o caso veio à tona e foi publicado na imprensa.
— O que posso te dizer é que teve as flores. Não comprei, mandaram entregar lá. Fiz o que a empresa me mandou fazer. Isso tudo que o Joesley falou é verdade — afirmou o empresário.
Jato da JBS que o presidente Michel Temer teria usado, segundo delação de Joesley Batista - Reprodução internet / Agência O Globo
No retorno a Comandatuba para buscar a família de Temer e levá-la a São Paulo, o piloto diz ter reconhecido os familiares do então vice-presidente. Além de Marcela, o filho do casal, Michel Temer Filho, que na época estava perto de completar os dois anos de idade.
— Eu me lembro que era a família dele, mas não sei dizer quem eram as pessoas. Tinha a esposa dele e um filho pequeno, isso eu lembro — contou.
O GLOBO perguntou ao piloto se ele foi procurado nos últimos dias por integrantes da família Batista ou seus interlocutores, mas Cerqueira, que continua trabalhando como piloto de aeronaves, negou:
— Não tenho mais contato com eles.
O governo foi obrigado a se manifestar sobre o caso depois que Joesley contou à PGR sobre a viagem, como forma de demonstrar o nível de intimidade que tinha com Temer. O dono da JBS relatou que o envio de flores foi informado ao então vice-presidente, que não estava no voo, mas teria ficado com ciúmes. A empresa, então, teria orientado o piloto a dizer que este era um agrado da mãe de Joesley, e não do empresário. Joesley relatou ter recebido uma ligação de Temer para agradecer pelas flores. A assessoria do presidente sustenta que ele não teria realizado esta ligação.
Ao negociar acordo de colaboração com a PGR, no início do ano, o dono da JBS informou manter um relacionamento estreito com Temer desde 2010, quando teria sido apresentado a ele por Wagner Rossi, então ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (2010-2011). Na ocasião, Joesley teria passado a atender a pedidos de contribuições financeiras e favores do então vice-presidente. Em pronunciamento recente, Temer buscou se desvincular de qualquer relação de intimidade com Joesley, classificando-o como “conhecido falastrão”.
Detalhes sobre a o relacionamento dos dois foram relatados no anexo de número 9 da colaboração de executivos da empresa. Em 2010, ele teria solicitado a Joesley o pagamento de R$ 3 milhões em doações em caixa um e em caixa dois. “Quando Wagner Rossi deixou de ser ministro da Agricultura, Temer pediu a JB (Joesley Batista) que pagasse a ele (Rossi) mensalinho de R$ 100 mil (...) JB aquiesceu e determinou o pagamento, que foi feito dissimuladamente por cerca de um ano”, registrou a defesa de Joesley em documento do inquérito que investiga Temer. O presidente nega as acusações.
Há dois dias, O Globo perguntou à assessoria da Presidência da República para quem Temer pediu a aeronave particular; por que ele fez esse pedido; a convite de quem viajou; e quem o acompanhara no voo. O Planalto não se manifestou.

Fonte: O Globo

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Povo comenta:Vice-prefeito Samarone sair do (SD) e vai para (PDT) em Parnaíba

Corre um boato pela cidade de Parnaíba de que o vice-prefeito Samarone deixou o partido da solidariedade (SD) nesta quarta-feira (07/06), e partiu para o Partido Democrático Trabalhista (PDT), aonde o vice-prefeito Samarone deverá lança sua candidatura há Deputado Estadual em 2018.

#Samarone2018
#Essecaraebom









segunda-feira, 5 de junho de 2017

Polícia Federal envia a Michel Temer 84 perguntas de depoimento

A Polícia Federal enviou ao presidente Michel Temer (PMDB) as perguntas do depoimento que o presidente irá prestar por escrito no inquérito a que ele responde por suspeita de envolvimento nos crimes de corrupção, obstrução à justi ça e organização criminosa.

A Polícia Federal entregou as perguntas às 16h30.Foram 84 questões, que não abordam apenas o áudio da conversa entre Temer e Joesley, mas outros fatos investigados no inquérito. 

O presidente poderá responder às perguntas por escrito ou recorrer ao direito, concedido a todo investigado, de permanecer em silêncio. O prazo para a resposta é de 24 horas.

Temer passou a ser investigado pelos crimes de corrupção passiva, obstrução de Justiça e organização criminosa.

As perguntas foram entregues aos advogados do presidente, segundo informou a PF. O depoimento de Temer foi autorizado pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin.

Fonte: Uol

domingo, 4 de junho de 2017

Quem é Rodrigo Rocha Loures: o mala que virou bomba


O último ano havia sido bom para Rodrigo Rocha Loures. Com a ascensão de 
Michel Temer à Presidência, o aliado ganhou, em setembro passado, uma sala no mesmo andar do presidente, atuando como assessor especial de Temer. Na 
mesma época, sua mulher engravidou. Poucos meses depois, Rocha Loures voltou à Câmara dos Deputados, assumindo, por ser suplente, a vaga de Osmar Serraglio quando este foi nomeado para o Ministério da Justiça. 

Com o retorno de Serraglio à sua cadeira na Câmara, na quinta-feira, Rocha Loures perdeu o foro privilegiado que tinha como deputado, aumentando a expectativa de que venha a se tornar um "homem-bomba" para o governo Temer. O apelido se espalhou em Brasília devido ao potencial explosivo de uma eventual delação premiada - que poderia desvelar as negociações por trás da mala de R$ 500 mil que Rocha Loures recebeu da JBS, e qual seria o destino final da propina. 

Delatores da empresa afirmaram que os recursos seriam destinados ao presidente. Temer ganha fôlego com permanência de PSDB, DEM e PPS na base aliada. Na quinta-feira à noite, a Procuradoria-Geral da República reiterou o pedido de prisão de Rocha Loures ao STF.

A perda da imunidade parlamentar e sua situação familiar - e a gravidez da companheira, que já soma 8 meses - alimentam a expectativa de que o ex-assessor de Temer venha a falar.

Loures foi recebido com protesto no aeroporto de Garulhos: "ladrão!"
A maré virou na noite em que o escândalo das delações da JBS explodiu no Brasil. Rocha Loures estava longe, em Nova York. Na véspera, vestira smoking para prestigiar João Doria, no jantar de gala em que o prefeito de São Paulo recebeu o prêmio de Personalidade do Ano pela Câmara do Comércio Brasil-EUA. Na volta da viagem, em que aconselhou potenciais investidores americanos sobre as reformas no Congresso, Rocha Loures desembarcou em Guarulhos sob gritos de "ladrão", jáafastado da Câmara por decisão do Supremo Tribunal Federal.
A alcunha de "homem-bomba" está muito distante do apelido de vida toda, o de Rodriguinho - filho de "Rodrigão", o conhecido empresário paranaense Rodrigo Costa da Rocha Loures, fundador da Nutrimental e presidente do Conselho Superior de Inovação e Competitividade, na Fiesp. Temer diz que gravação foi manipulada e que delatores 'quebraram o Brasil e ficaram ricos'. A empresa, que teve faturamento de R$ 400 milhões em 2014, é pioneira das barrinhas de cereais no Brasil, quecomeçou a desenvolver ao ser procurada por Amyr Klink nos anos 1980. O ilustre navegador buscava opções de alimentação saudável para abastecer suas longas travessias marítimas.

Hoje, é mais conhecida pela marca que nasceu dessa história, a Nutry – que Rodrigo, o filho, ajudou a desenvolver nos anos que passou à frente da empresa, antes de enveredar pela política.

'Choque' entre conhecidos

Quem acompanhou a trajetória do político e administrador de empresas nascido em 1966 entre os Rocha Loures - uma tradicional família do Paraná - diz que foi um "choque", uma "surpresa", ver e rever as imagens do ex-deputado saindo da pizzaria Camelo, em São Paulo, com a mala de R$ 500 mil. Semanas antes disso, Rocha Loures fora indicado pelo presidente Michel Temer ao empresário Joesley Batista - quanto este lhe perguntou quem poderia lhe ajudar a resolver um problema daempresa.

"No Paraná, todos tinham uma boa impressão do Rodrigo", diz o deputado federal João Arruda, que pertence à bancada do PMDB do Estado na Câmara. "Todos foram pegos de surpresa. Ninguém poderia imaginar que o Rodrigo estaria envolvido... Não estou fazendo aqui um prejulgamento, ainda temos esperar até que ele se defenda. Mas o flagrante coloca ele em uma situação muito difícil." 
Arruda, sobrinho do senador Roberto Requião (PMDB), conviveu com Rocha Loures quando ele iniciava sua trajetória política, em 2002. Na época, o ex-assessor de Temer participou ativamente da campanha de Requião ao governo do Paraná. Com sua vitória, tornou-se chefe de gabinete do então governador em 2003 e lá permaneceu até 2005.

'Persona non grata' 

sábado, 3 de junho de 2017

Ex-deputado Rocha Loures é preso em Brasília

BRASÍLIA - O ex-deputado e ex-assessor especial do presidente Michel Temer, Rodrigo Rocha Loures, foi preso preventivamente na manhã deste sábado, segundo informou a Polícia Federal. Ele foi preso em casa em Brasília, onde deve permanecer até o fim das investigações, e levado para a Superintendência Regional da PF na capital. A prisão de Loures complica ainda mais a situação de Temer, investigado no mesmo inquérito do ex-parlamentar, cuja defesa já sondou investigadores da Lava-Jato sobre possibilidade de fazer delação premiada.

A ordem de prisão foi expedida pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, relator da Lava-Jato, a pedido do procurador-geral Rodrigo Janot. Loures é acusado de receber propina da JBS em nome de Temer. Ambos respondem juntos a inquérito por corrupção no STF.

Na decisão, Fachin considerou "gravíssima" a conduta do ex-assessor de Temer e explicou que só não havia determinado a prisão antes por conta do mandato parlamentar exercido por Rocha Loures. Segundo o ministro, a prisão é "imprescindível" para interromper o cometimento de crimes.


O relator da Lava-Jato descartou a aplicação de medidas alternativas à prisão, como uso de tornozeleira eletrônica, e lamentou a necessidade da detenção do ex-deputado.



"Tratando-se o deputado federal Rodrigo Santos da Rocha Loures de político com influência no cenário nacional, até pouco tempo assessor do Presidente Michel Temer, pessoa de sua mais estrita confiança, como declarado em áudio captado por Joesley, revelam-se insuficientes para a neutralização de suas ações, medidas diversas da prisão. Não se deixa, sem embargo, de lamentar que se chegue a esse ponto", disse.

Em depoimento de delação, o dono da JBS Joesley Batista afirmou que Rocha Loures foi indicado pelo presidente Michel Temer para tratar de assuntos de interesse da empresa.

Numa conversa gravada pelo dono da JBS no porão do Palácio do Jaburu, Temer indicou Loures para conversar sobre "tudo" de interesse do empresário. Logo depois Loures foi flagrado acertando cargos e decisões estratégicas do governo federal com Batista.

Num segundo momento, o ex-deputado foi filmado recebendo uma mala recheada com R$ 500 mil repassada à ele por Ricardo Saud, operador da propina da JBS. A mala de dinheiro fazia parte de uma propina de R$ 480 milhões a ser paga ao longo de 20 anos, conforme indica a investigação.

O Ministério Público Federal reapresentou o pedido de prisão de Rocha Loures na quinta-feira, depois que foi formalizada a posse do deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR) que saiu do Ministério da Justiça e retornou à Câmara. Com o posse de Serraglio, Loures perdeu a vaga por ser apenas suplente de deputado.

No pedido de prisão, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse que Rocha é "verdadeiro longa manus do presidente Michel Temer". A expressão em latim é usada para descrever aquele que atua como executor das ordens de outro.

Aécio é denunciado por corrupção passiva e obstrução de Justiça


O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou nesta sexta-feira (2) ao Supremo Tribunal Federal (STF) o senador Aécio Neves (PSDB) pelos crimes de corrupção passiva e obstrução da Justiça.

Também foram denunciados, mas somente por corrupção passiva, a irmã de Aécio, Andrea Neves; o primo, Frederico Pacheco; e o ex-assessor parlamentar do senador Zezé Perrela (PMDB-MG) Mendherson Souza Lima.

A denúncia é baseada nas investigações da Operação Patmos, em razão da qual Aécio foi afastado do mandato parlamentar, e Andrea Neves, Pacheco e Souza Lima foram presos. Eles foram citados nas delações premiadas de executivos da JBS. O senador se diz "vítima de uma armação".

Um dos elementos da investigação é uma gravação do empresário Joesley Batista, dono da empresa JBS, que registrou com um gravador escondido uma conversa entre ele e o senador.

No diálogo, Aécio pede ao empresário R$ 2 milhões a fim de pagar um advogado para defendê-lo na Operação Lava Jato.

A Polícia Federal filmou, com autorização do STF, a entrega por Ricardo Saud, diretor da JBS, de uma parcela de R$ 500 mil ao primo de Aécio, Frederico Pacheco, que posteriormente repassou o dinheiro a Mendherson de Souza Lima, assessor do senador Zeze Perrella (PMDB-MG). Pacheco e Souza Lima foram presos na Operação Patmos.

A denúncia contra Aécio Neves será analisada pelo relator do caso, ministro Marco Aurélio Mello, que vai notificar os acusados a apresentarem defesa. Depois, em prazo não definido, levará o caso à Primeira Turma do STF, que decidirá se Aécio vira réu pela acusação.

Aécio é alvo de oito inquéritos no Supremo. Um deles é a investigação aberta a partir da delação dos executivos e donos da JBS, na qual o senador foi denunciado.

Há outros cinco inquéritos abertos para investigá-lo a partir das delações dos executivos e ex-executivos da empreiteira Odebrecht, todos no âmbito da Operação Lava Jato, e mais dois instaurados a partir das delações do senador cassado Delcídio do Amaral, que estão sob relatoria do ministro Gilmar Mendes.

O QUE DIZ AÉCIO

Desde que foi afastado do mandato parlamentar, Aécio Neves tem divulgado notas à imprensa e vídeos na internet para rebater as acusações dos delatores da JBS.

O tucano já disse, por exemplo, que irá provar o "absurdo dessas acusações" e o "equívoco das medidas" contra ele. Aécio também já afirmou que buscará resgatar "a honra e a dignidade" que ele diz te.

"O tempo permitirá aos brasileiros conhecer a verdade dos fatos e fazer ao final um julgamento justo", afirmou Aécio em uma nota.

Em um vídeo publicado no Facebook, o senador afastado se disse "vítima de armação" e acrescentou:

"Nessa história, os criminosos não sou eu nem meus familiares. Os criminosos são aqueles que se enriqueceram às custas do dinheiro público e que agora, nesse instante, lá no exterior, zombam dos brasileiros com os inacreditáveis benefícios que obtiveram. Eles, sim, têm que voltar ao Brasil e responder à Justiça pelos muitos crimes que cometeram."

Depois de elaborar um relatório, Marco Aurélio dará prazo para manifestação da defesa e submeterá o caso ao conjunto dos cinco ministros da 1ª Turma do STF, que decidirá se o senador será transformado em réu de ação penal.ansformado em réu de ação penal.
Aécio Neves

Fonte: G1

sábado, 27 de maio de 2017

Senador afirma que Temer não renunciou com medo de ser preso


Em entrevista exclusiva ao PIAUIHOJE.COM, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) defendeu a saída de Temer e a convocação de eleições diretas já para presidente da República. O senador aposta que o Tribunal Superior Eleitoral vai derrubar o governo ilegítimo de Temer no dia 6 de junho.

“Eu tenho certeza que o Temer não renunciou ainda por isso. Porque que ali tem crimes concretos e ele pode inclusive ser preso se renunciar. Mas não tem jeito Eles não conseguem segurar esse governo. Esse governo se sustenta mais. Eles vão cair do julgamento no TSE do próximo dia 6. No dia 6 de junho esse governo cai”, prevê,

Para Lindbergh Farias, eleições indiretas é golpe e o PT vai reagir contra essa manobra dos governistas aliados de Michel Temer. “Nós não vamos aceitar que esse Congresso Nacional, desmoralizado, eleja um presidente da República. O povo não aceita isso e nós vamos estar com povo nas ruas, defendendo eleição direta, inclusive defendendo o boicote ao colégio eleitoral. Se eles forem por aí é falta de juízo. Esse pessoal perdeu completamente o senso de responsabilidade. A vergonha essepovo perdeu faz tempo”, afirmou o senador

Lindbergh Farias avisa que o povo não vai aceitar mais esse golpe. “Nós domingo vamos ter o primeiro grande ato público pelas eleições diretas. Será no Rio de Janeiro, quando vamos ter mais de 100 mil pessoas nas ruas do Rio. Esse movimento pelas diretas vai crescer e vai crescer muito”, acredita o senador petista, que é candidato a presidência nacional do partido.

Ele e a senadora Gleisi Hoffman participaram no começo da tarde de ontem sexta-feira (26), de entrevista coletiva com jornalistas, na sede do Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores, no Centro de Teresina. Os dois senadores falaram sobre a podridão no governo Temer, do golpe dentro do golpe, que seria a apovação da proposta de eleições indiretas para eleger o substituto de Michel Temer.

Fonte: Paulo Pincel

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Flávio Nogueira começa articulações visando candidatura ao senado na chapa de WD

O Partido Democrático Trabalhista (PDT) Iniciou hoje em Parnaíba litoral do Piauí uma série de movimentações políticas que serão realizadas no interior do estado. Vereador do partido na cidade, Presidente Estadual do partido e lideranças políticas marcaram presença no encontro partidário.

" Esse é o primeiro encontro, e escolhemos Parnaíba para iniciar essa discussões, por ser tratar da segunda maior cidade do estado e possuir um peso político muito considerável." - Disse o deputado estadual Flavio Nogueira Júnior.

Filiações, discussões da conjuntura política Nacional e Estadual, foram pautas do encontro partidário. Indagado por nossa reportagem sobre as eleições do próximo ano o Presidente Estadual do PDT - Flávio Nogueira deixou um suspense no ar.

"No que se trata sobre chapa majoritária só não me colocaram ainda como candidato a governador, mas nosso foco até o momento é uma vaga na Câmara Federal. Mas claro que se tratando de política tudo pode mudar e se a vaga de senado surgir, a gente não vai deixar o cavalo selado esperando na porta". Afirmou.

Por Hudson Veras, direto de Parnaíba-PI. 

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Senadores defendem antecipação das eleições para outubro

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) manifestou sua tristeza nesta última sexta-feira (12), em Plenário, pelo fato de ter se passado um ano de quando a ex-presidente Dilma Rousseff foi afastada do governo. A senadora releu o discurso que fez no dia 12 de maio de 2016 e afirmou que o país não melhorou após Michel Temer assumir a Presidência.

— Eu fui vencida, muitos de nós aqui fomos vencidos em 2016, e afastaram a presidenta Dilma exatamente no dia 12 de maio para começar o processo de julgamento de impeachment. E hoje eu tenho mais certeza ainda de que eu estava do lado certo — afirmou.

A senadora criticou o governo e disse que a democracia sofre um desmonte, a violência policial cresce, as minorias e movimentos sociais são perseguidos, os programas sociais estão acabando. Ao final do discurso, Gleisi defendeu a antecipação das eleições gerais para presidente da República e para o Poder Legislativo de 2018 para outubro de 2017.

Golpe

Ao lembrar um ano do impeachment de Dilma Rousseff, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) defendeu, nesta sexta-feira (12), a realização de eleições diretas para outubro de 2017 e a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva para presidente da República. Em discurso no Plenário, o senador petista classificou a saída de Dilma do Planalto como um golpe orquestrado pela elite dominante associada a parlamentares e a setores da mídia.

— Só que o golpe fracassou. Deu errado. Onde estão Aécio, Serra, Alckmin? Caíram de 30% e tanto para 8%, 6% nas pesquisas. Deram um golpe e agora fazem pesquisas. A cada resultado, o Lula não para de subir, e eles ficam desesperados, principalmente a Rede Globo, que é o grande partido que se posiciona contra esse campo popular —afirmou.

Na opinião do parlamentar, um dos grandes objetivos do golpe foi possibilitar um ajuste fiscal violentíssimo para destruir as políticas sociais e garantir que uma parcela do orçamento vá de forma tranquila ao "rentismo", uma vez que 35% do orçamento brasileiro são comprometidos como pagamento de juros da dívida pública.

— Há aqui uma grande aliança entre bancos e os maiores grupos empresariais brasileiros. Todos aplicam em títulos da dívida pública, que estão dando hoje 7% de juros reais. É uma mamata, dinheiro público. E eles estão disputando o orçamento com os pobres — lamentou.

Lindbergh encerrou informando que vai encontrar com a ex-presidente Dilma Rousseff em Porto Alegre e dizendo que ela vai entrar vai entrar para a história pelo lado certo.

— Já os que votaram pelo impeachment estarão na lata do lixo da história — concluiu.
Fonte: Agência Senado

domingo, 7 de maio de 2017

PT fecha questão: Wellington Dias e Regina Sousa são candidatos à reeleição em 2018

Regina Sousa será a candidata do PT à releição ao Senado Federal em 2018. Essa foi a principal debileração do 6º Encontro Estadual do Partido dos Trabalhadores, encerrado na noite deste sábado (6), no auditório do Hotel Cabana, em Teresina. As lideranças e a militância do PT discutiram assuntos relevantes, como as reformas trabalhista e da previdência, que atacam direitos dos brasileiros.

O encontro deliberou sobre vária teses e decidiu por várias resoluções, a principal delas, aprovada por unanimidade, foi o total e irrestrito apoio aos nomes do governador Wellington Dias e da senadora Regina Sousa como candidatos do PT à reeleição nas eleições de 2018.

O encontro também confirmou o deputado federal Assis Carvalho como presidente do Diretório Estadual do PT no Piauí. O governador Wellington Dias encerrou o encontro falando sobre as perspectivas do PT nas eleições do ano que vem.

Piauihoje

sexta-feira, 5 de maio de 2017

PEC é manobra para deixar Temer no poder até 2020

Depois de aprovar a reforma trabalhista e se preparar para votar a reforma previdenciária, o que deve acontecer já na próxima semana, os deputados federais da base do governo Temer querem agora apressar a reforma política. Mas a oposição reagiu ao que considera uma "manobra" para deixar Michel Temer no poder até 2020.

Na quarta-feira (3), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), assinou ato de criação de uma comissão especial, com 34 membros titulares, para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 77, de 2013, de autoria do deputado federal Marcelo Castro (PMDB-PI), que altera a Constituição Federal acabando com a reeleição majoritária, determinar a coincidência das eleições e a duração de cinco anos dos mandatos para os cargos eletivos, nos níveis federal, estadual e municipal, nos Poderes Executivo e Legislativo.

Proposta há 14 anos, a PEC estabelece mandato de cinco anos para vereadores, prefeitos, vice-prefeitos, deputados, governadores e presidente da República. O mandato de senador será de 10 anos.

O relator da PEC na Comissão Especial da Reforma Política, deputado Vicente Candido (PT-SP), já teria inclusive acertado com o presidente (interino) da Câmara, Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), que a PEC 77/03 será analisada junto com as demais proposições da comissão especial.

A oposição considera a PEC uma manobra da base do governo para prorrogar a permanência de Michel Temer na presidência da República até 2020, como denunciou o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), em vídeo postado no Facebook.

“Essa proposta de emenda à constituição foi apresentada em 2003! De lá para cá, essa proposta adormeceu em alguma gaveta e nunca prosperou. Ontem, o presidente Rodrigo Maia, num ato da mesa, constituiu uma comissão especial para dar um parecer a essa emenda. Só aí já era uma coisa muito estranha”.

Marcelo Castro rebate a acusação, assegurando que a proposta que vai ser analisada não tem nada a ver com a unificação das eleições. Segundo ele, quem propôs essa manobra foi o deputado Vicente Cândido, do PT de São Paulo.

“Não tem nada a ver com a minha PEC, que trata do fim da reeleição de prefeito, governador, presidente da República, da coincidência de mandatos. Só isso... Propor uma nova PEC, levaria muito tempo. Então, o relator da reforma política, que é o deputado Vicente Cândido, achou por bem pegar a minha PEC, já que ela possui admissibilidade e vai propor um substitutivo".

Fonte: Paulo Pincel

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Reforma da Previdência é aprovada na comissão especial da Câmara


Comissão Especial da Reforma da Previdência na Câmara aprovou nesta quarta-feira (3) o parecer do deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA) com mudanças nas regras da aposentadoria. Antes que o projeto siga para o plenário da Casa, resta ainda a análise dos destaques (sugestões de mudanças no texto).

O parecer recebeu 23 votos favoráveis e 14 contrários. O resultado foi atingido com folga, já que, para ser aprovado, o relatório precisava de pelo menos 19 dos 37 votos dos deputados da comissão.

O texto estabelece a idade mínima de 65 anos para homens e de 62 anos para mulheres para aposentadoria pelo INSS, além exigir pelo menos 25 anos de tempo de contribuição. A proposta cria ainda uma regra de transição para quem já está no mercado de trabalho (veja mais regras ao fim da reportagem).

Depois que a votação for concluída na comissão, o texto seguirá para o plenário principal da Casa. Por se tratar de uma proposta de alteração na Constituição, precisará de pelo menos 308 votos, em dois turnos de votação.

O relator fez mudanças de última hora no parecer para incluir os policiais legislativos federais na mesma regra dos policiais federais, que poderão se aposentar com uma idade mínima menor, de 55 anos.

Para agentes penitenciários, Maia chegou a incluir a previsão de que a idade mínima de aposentadoria poderia ser reduzida até 55 anos, desde que fosse aprovada uma lei complementar no Congresso que estabelecesse essa alteração.

Diante da resistência de deputados, contrariados com a invasão do Ministério da Justiça na terça-feira (2) por agentes penitenciários, o relator retirou a categoria do grupo daqueles que terão aposentadoria especial.

NOVA PREVIDÊNCIA

A primeira grande mudança do relatório em relação à proposta original do governo foi a diferenciação da idade mínima de aposentadoria da mulher na regra geral. O relatório propõe 62 anos para elas e 65 anos para eles. O tempo de contribuição de 25 anos foi mantido para os dois gêneros.

A regra vale para trabalhadores urbanos vinculados ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e para os servidores públicos.

A mudança na idade da mulher, e não no tempo de contribuição privilegia as mais ricas. Para as mulheres de baixa renda, teria mais efeito a redução do tempo de contribuição.

Atualmente, é possível se aposentar sem idade mínima, com tempo de contribuição de 35 anos (homens) e 30 anos (mulheres). Essa modalidade é mais acessada pelos trabalhadores de maior renda, que conseguem se manter mais tempo em empregos formais.

Os trabalhadores que recebem menores valores de aposentadoria costumam de aposentar por idade, com 65 anos (homens) e 60 (mulheres), além de 15 anos de contribuição.
REGRA DE CÁLCULO

Para contornar as críticas ao prazo de 49 anos necessários para atingir o valor máximo do benefício, o relator propôs a redução para 40 anos.

A solução encontrada, porém, diminui o valor de partida da aposentadoria: quem tiver 65 anos (homem) ou 63 anos (mulher) e 25 anos de contribuição terá direito a 70% da média salarial, e não 76%, como previa o texto original.

O percentual de 70% subirá 1,5 ponto percentual de 25 a 30 anos de contribuição; 2 pontos dos 30 aos 35 anos; e 2,5 pontos dos 35 aos 40.

Outra mudança que reduz o valor do benefício é que esse novo percentual da regra de cálculo incidirá sobre a média de todas as contribuições do trabalhador desde 1994, em vez de ser calculado em cima das 80% maiores contribuições, como é hoje.

PENSÃO

O relator manterá as pensões vinculadas ao salário mínimo, diferente do que queria o governo.

Para quem tiver direito a um valor superior, fica mantida a regra de uma cota de 50%, acrescida de 10% por dependente.

O acúmulo de pensão com aposentadoria poderá ocorrer até o limite de dois salários mínimos. Para quem ultrapassar esse valor, será possível optar pelo benefício de maior valor.

As pessoas que hoje já acumulam esses benefícios não serão afetadas.
Benefício integral
Como era: 49 anos de contribuição para atingir 100%, com valor estabelecido por 51% das médias dos salários, mais 1% por ano de contribuição.

Como ficou: 40 anos de contribuição para atingir 100%. O valor da aposentadoria corresponderá 70% do valor dos salários do trabalhador, acrescidos de 1,5% para cada ano que superar 25 anos de contribuição, 2% para o que passar de 30 anos e 2,5% para o que superar 35 anos.

Regra de transição

Como era: a partir de 45 anos para mulheres e de 50 anos para homens, com 50% de pedágio sobre o que faltar para cumprir 35 anos de contribuição para os homens e 30 anos para as mulheres.

Como ficou: idade mínima começará em 53 anos para mulheres e 55 anos para homens, sendo elevada em um ano a cada dois anos. Haverá um pedágio de 30% sobre o tempo de contribuição que faltar para atingir 35 anos (homens) e 30 anos (mulheres).


Aposentadoria rural

Como era: 65 anos de idade mínima, com 25 anos de contribuição.

Como ficou: idade mínima de 57 anos para mulheres e de 60 anos para homens, com mínimo de 15 anos de contribuição
Benefício de Prestação Continuada (BPC)

Como era: desvinculação do salário mínimo e idade mínima de 70 anos.

Como ficou: mantida vinculação do salário mínimo, com idade mínima começando em 65 anos, subindo gradativamente até atingir 68 anos em 2020
Pensões

Como era: desvinculação do salário mínimo e impossibilidade de acumulação de aposentadoria e pensão.

Como ficou: mantida vinculação ao salário mínimo, com possibilidade de acumular aposentadoria e pensão, com o limite de até dois salários mínimos.
Servidores públicos

Como era: idade mínima de 65 anos e 25 anos de contribuição.

Como ficou: idade mínima de 62 anos para mulheres e de 65 anos para homens.

Professores

Como era: idade mínima de 65 anos, com 25 anos de contribuição

Como ficou: idade mínima fixada em 60 anos, com 25 anos de contribuição

Policiais federais e policiais legislativos federais

Como era: idade mínima de 65 anos, com 25 anos de contribuição.

Como ficou: idade mínima de 55 anos. Para homens, exigência de 30 anos de contribuição, sendo 25 em atividade policial. Para mulheres, exigência de 25 anos de contribuição, sendo 20 em atividade policial.
Parlamentares

Como era: passariam a ser vinculados ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS), cabendo à União, estados e municípios definirem regras de transição.

Como ficou: passam a ser vinculados ao RGPS, mas com transição diferente para o parlamentar federal. Nesses casos a aposentadoria será, inicialmente, aos 60 anos, subindo a partir de 2020 até o limite de 65 anos para homes e 62 anos para mulheres, com 35 anos de contribuição. Caberá a estados e municípios definirem regras de transição de seus respectivos parlamentares.

Como votaram os deputados da comissão

Veja abaixo como votaram os integrantes da comissão:

A favor

Carlos Marun (PMDB-MS)
Darcísio Perondi (PMDB-RS)
Lelo Coimbra (PMDB-ES)
Mauro Pereira (PMDB-RS)
Adail Carneiro (PP-CE)
Julio Lopes (PP-RJ)
Maia Filho (PP-PI)
Carlos Melles (DEM-MG)
Pauderney Avelino (DEM-AM)
Junior Marreca (PEN-MA)
Vinicius Carvalho (PRB-SP)
Prof VictorioGalli (PSC-MT)
Alexandre Baldy (PTN-GO)
Aelton Freitas (PR-MG)
Bilac Pinto (PR-MG)
Magda Mofatto (PR-GO)
Reinhold Stephanes (PSD-PR)
Thiago Peixoto (PSD-GO)
Giuseppe Vecci (PSDB-GO)
Marcus Pestana (PSDB-MG)
Ricardo Tripoli (PSDB-SP)
Arthur O. Maia (PPS-BA)
Evandro Gussi (PV-SP)

Contra

Givaldo Carimbão (PHS-AL)
Arnaldo Faria Sá (PTB-SP)
Paulo Pereira (SD-SP)
Arlindo Chinaglia (PT-SP)
Assis Carvalho (PT-PI)
José Mentor (PT-SP)
Pepe Vargas (PT-RS)
Jandira Feghali (PCdoB-RJ)
Eros Biondini (PROS-MG)
Bebeto (PSB-BA)
Heitor Schuch (PSB-RS)
Assis do Couto (PDT-PR)
Ivan Valente (PSOL-SP)
Alessandro Molon (Rede-RJ)
PRÓXIMOS PASSOS

A aprovação na comissão especial é apenas o primeiro passo de uma longa jornada de análise de mérito que a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) terá pela frente.

Para ser aprovada, uma PEC precisa de ao menos 308 votos dos 513 deputados. A expectativa do Palácio do Planalto, que trabalha com corte de indicações e oferta de cargos, é chegar a 320 votos.

O governo acredita ser possível conseguir o total até a última semana de maio, possibilitando a votação em plenário na primeira semana de junho.



Fonte: Câmara/G1
Blog de Parnaíba piauí
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